Leituras

20 11 2009

From PERIODISTAS 21

“Si esta mañana comentaba el poder de la radio online para cautivar a los usuarios y aumentar su tiempo de uso de las webs con streaming, ahora nuevas proyecciones publicitarias anuncian que la publicidad en la radio online crecerá un 12% en Estados Unidos”.

http://periodistas21.blogspot.com/2009/11/esperanzas-para-la-radio-online.html





Leituras

19 11 2009

About Twitter… Afinal, é uma revolução ou algo que nos faz perder tempo?

Brands on Twitter: 76% of Accounts Are Infrequent Users

Conteúdos pagos?

What Do Murdoch’s Customers Think About His Pay-Wall Plans and Google-bashing?

Por lá, discute-se o fim das emissões FM

The End of the BBC¹s Licence Fee Monopoly? (26th November 2009)

 





“Social networking craze”

18 11 2009

A corrida às redes sociais já começou há algum tempo, estando actualmente a atingir o auge. Tudo está nas redes, como antes tudo teve de migrar para a Internet. Porquê? Porque os “outros” também estão. Esta foi, há menos de dez anos, a principal resposta à pergunta: “porque razão têm um site na Internet”? Hoje, a pergunta será: “porque razão estão no Facebook/Twitter?”

Porque os “outros” também estão.

E quem são os outros?

Que estratégia têm para as redes?

Porque razão usam esta (seja ela qual for), e não outra?

Os outros, são, em regra, os concorrentes directos. No caso dos media, são as outras estações de rádio, os outros jornais ou revistas. Agora, são também os outros canais de televisão, os outros produtores de televisão (EUA).

A estratégia é manter os murais actualizados, passar informação. Acima de tudo, estar presente, usando as redes como mais um canal de disseminação de conteúdos. Numa época em que as audiências se fragmentam entre meios (online e offline), no online, a fragmentação também se opera, havendo uma competição pelo tempo e atenção dos consumidores de informação e comunicação. Entre os vídeos do YouTube, os conteúdos que chegam por RSS, o instant messaging, o e-mail, a música, as pesquisas, actualizar perfis ou blogs, descarregar conteúdos, fazer o upload de tantos outros, a atenção dispersa-se. Se anteriormente a competição era entre meios, a competição actual faz-se ao nível dos conteúdos e da sua disponibilização onde estiver o consumidor. Porque, essencialmente, os meios se transformaram em plataformas de conteúdos multimédia. Se o consumidor está muito tempo no Facebook ou no Twitter, então os media usam cada uma destas redes para o manter actualizado. Depende essencialmente de perfis sócio-demográficos e/ou de utilização da tecnologia. Acima de tudo, os media nas redes existem para manter viva a memória da marca, fazendo-o regressar à página web do meio sempre que o consumidor procure algo relevante oferecido pela marca. Importante nesta torre de babel absolutamente cacofónica que se tornou a web, em particular, as redes sociais, é manter a marca de cada meio viva na memória do consumidor que, entre tantas propostas se pode dispersar.

Já não chega estar na web. Questiono-me aliás, sobre a utilidade de algumas páginas, que nos redireccionam para as redes, onde competem com todas as amizades, grupos, actualizações, eventos ou subscrições do utilizador. Um exemplo recente é o da Super FM cujo site apresenta a possibilidade de escutar online, blog, bem como os links para as redes em que está presente, com conteúdos e seguidores diferentes em cada uma delas.

O site de cada órgão pode neste contexto ser entendido como um espaço aberto, reproduzindo, nas redes, os seus conteúdos que são comentados, partilhados e distribuídos entre os utilizadores de cada uma delas. Os media procuram seguir os comentários dos utilizadores das redes, como uma força de perceber, directamente e em tempo real, as ideias que estes trocam entre si sobre os media e/ou os seus conteúdos. Trata-se de uma forma de análise complementar aos índices de vendas ou audiências que revela percepções ou os conteúdos mais populares/controversos, servindo igualmente de ferramenta para o marketing, bem como o investimento publicitário.

Neste quadro de circulação de conteúdos em que cada utilizador contacta com o meio em localizações online diferentes, as redes sociais parecem ser, por enquanto, mais uma plataforma de distribuição, conectando os utilizadores que já visitavam o site para lhes garantir a máxima actualização. E tempo para estar atento a tudo o que circula, proveniente dos media que cada utilizador está a seguir?





A change in need, is a change indeed…(*)

17 11 2009

Great statements, from Telegraph

Radio “companies need to be innovating across the internet, mobile and TV. Launching an iPhone application and having a website is no longer enough”.

“There is no escaping the fact that the traditional spot advert is still the main source of revenue for commercial radio groups. But one company, Absolute Radio, is pushing hard now to change that – with up to 40pc of its revenue now coming from non-spot advertising”.

Radio will have to be “digital brand with audio at the centre”.

(*) From “A friend in need is a friend indeed”





ADN da rádio

16 11 2009

“Todas as marcas têm um ADN porque todas têm uma origem, nasceram de alguma coisa. Há três forças principais de ADN: as do passado – que vêm de quem cria as marcas -, as forças do presente – que condicionam os mercados e as marcas a uma actuação conjuntural – e as do futuro – que permitem inovar e antecipar tendências.” (Carlos Coelho, presidente da ivity Corp in Marketeer)

As estações de rádio são marcas. A sua gestão requer uma grande ligação à audiência para criar uma imagem de marca com a qual o seu público se identifique. As marcas de maior sucesso na rádio, medindo esse sucesso pela sua notoriedade e indíces de audiência, são as que correspondem à descrição do ADN da marca enunciado: O passado influencia a marca remetendo para a sua origem, num contexto de adaptação ao mercado e à conjuntura do presente, inovando para seguir as tendências. Infelizmente, não há, ainda, na rádio, a capacidade para antecipar as tendências, verificando-se, contudo, uma extraordinária capacidade de adaptação que faz com que a rádio esteja presente em todos os domínios das tendências de consumo dos media na era digital.





Leituras

13 11 2009




Sobre ECT e a rádio

10 11 2009

No domingo, Rogério Santos, escreveu, no Indústrias Culturais que “Não compreendi ECT” para criticar a abordagem de Eduardo Cintra Torres sobre a rádio, na sua coluna no jornal Público. No mesmo dia, Jorge Guimarães Silva, da Rádio em Portugal, reproduziu e confirmou a ideia. Ontem, no Twitter, limitei-me a um breve comentário (o que é possível em 140 caracteres!) sobre a questão.

Não li o texto, mas a exploração que Rogério Santos fez é bastante clara, começando por explicar que o autor “escreveu sobre a irrelevância da rádio”, para falar sobre o desaparecimento de António Sérgio e abordar a programação da rádio em Portugal, justificando através desta, a sua lenta migração para o CD e o MP3.

O anacronismo que explora no texto, como descreveu Rogério Santos, recorrem ao percurso radiofónico de António Sérgio para descrever a própria evolução da rádio: dos programas de autor às rádios piratas, das que se legalizaram e mantêm com sucesso, a história da rádio é relacionada com a evolução de gosto e da tecnologia. Por outro  lado, explora Rogério Santos, da inovação presente no período das rádio piratas, como novos géneros e abordagens, passámos para o um contexto de programação, como muito bem caracteriza, “de fluxo contínuo”, com programas nos períodos de prime-time (correspondendo ao drive-time).

Rogério Santos escreve que discorda de Eduardo Cintra Torres uma vez que “António Sérgio não levou a sua qualidade para uma rádio local”. De facto, a rádio hoje é apenas local no seu ponto geográfico de origem, onde mantém emissões terrestres, porque, como na sua génese, é provavelmente o meio com maior potencial global. Se pensarmos na rádio musical (que é indubitavelmente o principal formato de programação em Portugal), as emissões online potenciam as audiências, permitindo que cada estação seja escutada para além da sua localização. A tradução dos conteúdos do site aumenta esse potencial, ajudando a contextualizar quem não fala português, porque a música, é uma linguagem assumidamente global, independentemente da sua língua de expressão.

Sobre a irrelevância da rádio, pouco há a dizer. Nada mesmo, de acordo com resultados de variados estudos: este continua a ser o meio no qual as pessoas mais confiam. Mantém-se como a principal companhia nos diferentes períodos horários (no carro de manhã e à tarde, no computador, durante a jornada de trabalho). Continua a ser uma fonte de informação e de acesso à música. Garante o afecto e a comunicação que nenhum leitor de MP3 consegue dar. O que mudou? A plataforma. Os jovens consomem menos rádio. Está certo, apenas se pensarmos na difusão terrestre, porque são quem mais consome rádio através da Internet e do telemóvel.

E sobre a “perda de ouvintes”, uma análise dos últimos 10 anos do Bareme Rádio prova que tal não é verdade. Sobre o investimento publicitário, a rádio mantém a sua vitalidade e dinamismo, especialmente porque está a saber reinventar os formatos da publicidade, integrando-a na programação (para além dos blocos de publicidade) e fazendo convergir o meio online com a difusão terrestre.  Irrelevante?…

De que fala Eduardo Cintra Torres quando anuncia a irrelevância da rádio? Não migrámos todos para outras plataformas com ofertas hiper-segmentadas e personalizáveis, como sejam o MP3 ou a rádio online?

Será esta a mesma ideia quando pensamos na irrelevância do jornal em papel? Ou da televisão no receptor tradicional? Estará apenas e só, Eduardo Cintra Torres a referir-se à mudança de plataforma que corresponde também, a uma mudança de paradigma nos media?

 





Especial António Sérgio na Antena 3

9 11 2009

Uma edição certamente memorável na Antena 3

Segunda-feira, 9 de Novembro, a Antena 3 celebra a vida de António Sérgio numa emissão especial entre as 20h e as 02h conduzida por Álvaro Costa, António Freitas, Henrique Amaro, Miguel Quintão, Nuno Calado e Pedro Costa com a participação especial de Ana Cristina Ferrão.

Zé Pedro, Ricardo Casimiro, Luis Montez, David Ferreira, Aníbal Cabrita, Paulo Fernandes, Luis Filipe Barros, José Paulo Alcobia, Jaime Fernandes, Rui Pego, Rui Morrison, Pita, Nuno Galopim e Pedro Ramos são alguns dos convidados desta emissão.

Às 19 horas, a Prova Oral de Fernando Alvim vai também celebrar a vida de António Sérgio com a ajuda dos seus ouvintes.





A descoberta mais recente

9 11 2009

JobRadio.fm serves streaming career advice and offers podcasts on demand.

cair-slogan

 





Makes sense

9 11 2009

From Hear 2.0

The Listener, not your Content, is the “Product”

The Atlantic recently posted a note on the slow death of the newspaper business, and one of the comments to that note was so perceptive (if not necessarily novel) that I thought I’d share it with you because it has consequences for the radio industry, too.

(…) It’s not about technology. It’s all about accountability.

(…) Again, it’s not exactly news that the “real” customers to newspapers – or to radio – are the advertisers and the real product currently being offered up is not the content on the air but the ears listening to that content – ideally as many as possible for as long as possible.

(…) It’s about enhancing the value of our product (our audiences) to our customers (advertisers).

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