From Digital Media News
Rupert Murdoch delays plans to charge for online news
Rupert Murdoch warned that his plans to charge readers of News Corporation’s newspaper websites by the end of next June could be delayed.Ler mais…
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Rupert Murdoch delays plans to charge for online news
Rupert Murdoch warned that his plans to charge readers of News Corporation’s newspaper websites by the end of next June could be delayed.Ler mais…
From Radio 2020
Radio: Double Digit Growth and the Youth Demographic
Here is more verification of the fact that young listeners still use radio as their medium of choice, and by a large margin too! The Council for Research Excellence (CRE), funded by The Nielsen Company, recently released the results of their Video Consumer Mapping Study. Despite the fact that the study’s focus was TV, there is still a goldmine of info pertinent to the world of radio.
A parte relativa ao áudio e rádio pode ler-se em: How U.S. Adults Use Radio and Other Forms of Audio
http://blog.nielsen.com/nielsenwire/wp-content/uploads/2009/11/VCM_Radio-Audio_Report_FINAL_29Oct09.pdf
Via Cultura Digital
Internet livre é princípio. Entrevista com Tim Wu
Uma das 50 personalidades do ano pela revista Scientific American e um dos 100 formandos mais importantes da Universidade de Harvard, Tim Wu é professor da Columbia Law School, integra o grupo de reforma da mídia da Free Press e é um dos principais articuladores do movimento Save the Internet, além de pesquisador dos direitos autorais e da política de telecomunicações. Nesta entrevista ao Fórum da Cultura Digital Brasileira, Wu fala sobre provedores, copyright e identifica o maior inimigo da liberdade na rede.
From All things digital
Facebook “What People Are Up To,” MySpace “What People Are Into,” News Corp. Exec Says [Voices]
By Andrew LaVallee, Reporter, The Wall Street JournalNews Corp.’s (NWS) digital chief said Thursday that the company’s social-networking property MySpace is going in a different direction than rival Facebook, based on how its members socialize and share interests.
“Facebook, in some ways, is about what people are up to,” Jonathan Miller said during a keynote speech at the ad:tech conference in New York. MySpace, in contrast, “is about what people are into.”
MySpace in recent months has said it plans to focus on its appeal as an entertainment portal, where members can connect with their favorite bands and artists, as it has lost ground to status- and news-feed-heavy Facebook.
Via Executive Digest (03.11.09)
“É verdade, pelo menos no contexto musical britânico, e de acordo com um estudo da Ipsos Mori encomendado pelo Demos sobre os hábitos musicais dos consumidores britânicos. Os resultados demonstram que os jovens e adultos que afirmam fazer downloads ilegais são os que mais dinheiro gastam em música. Este estudo, com um universo de análise de 1008 indivíduos de idade compreendida entre os 16 e os 50 anos, realizado ao longo do último ano, aponta, ainda, que perto de uma em cada dez pessoas admite fazer downloads ilegais. Todavia, cada oito em dez inquiridos desse grupo afirma comprar música em CD, vinil e MP3, no correspondente a cerca de 85 euros por mês. Um valor que representa uma diferença superior a 36 euros relativamente aos inquiridos que afirmam não fazerem downloads ilegais”.
O que só prova que, afinal, como muitos músicos afirmam, os sites de download de música não são seus inimigos, mas sim, da indústria musical, a braços com a maior crise de sempre: a reconfirguração dos hábitos de consumo, da distribuição e da própria comercialização da música tem deixado as principais editoras numa situação delicada, com um futuro incerto. Contudo, contrariamente à atitude contra-corrente que têm demonstrado, para conter uma dinâmica por si só incontrolável (como se fosse possível contermos o fluxo de água de uma barragem com fissuras cada vez maiores), a indústria deveria reconhecer, nas redes, um aliado para desenvolver uma nova conceptualização da indústria e no seu modelo de negócio, como prova a notícia, relativa ao consumo associado às descargas de música. Afinal, sacam muito, mas compram mais do que os não o fazem…
Obrigada Raquel Ribeiro, pelo encaminhamento da notícia
RADIO REMAINS DOMINANT AUDIO MEDIA.
In the biggest media study of its kind, the Center for Research Excellence and Ball State University tracked 376 people around in five markets — Atlanta, Chicago, Dallas, Philadelphia and Seattle — for two days, observing media consumption every ten seconds. The results show broadcast radio overshadows all other forms of audio media — including the iPod.
Video Consumer Mapping Study (Center for Research Excellence and Ball State University)
O Y da passada semana abordou a temática (Nunca se viu tanta música em Portugal), embora sob o prisma da produção de videoclips em Portugal, revelando que, embora os orçamentos sejam mais reduzidos, estejam quase ausentes da programação de televisão (mesmo os canais musicais que os substituem por reality shows) e as editoras não tenham orçamento para este investimento, a dinâmica instalou-se, em virtude das ideias e das ferramentas digitais que permitem produzir a baixo custo. Haja uma (boa) ideia e quem a desenvolva. O que se segue é uma difusão em rede, através do You Tube ou serviços semelhantes, a par das redes sociais que os transformaram, como escreve o Y, em “objecto artístico, por si”. Este, nunca mais ficará na gaveta, como poderia acontecer até à massificação das câmaras digitais ou do You Tube para a sua exposição.
Numa lógica semelhante, o livro editado por David Buckingham/Rebekah Willet “Video cultures – media technology and everyday creativity” compila trabalhos que comprovam a mesma ideia, acrescentando o crescente interesse dos operadores de media no “user generated content” e no trabalho dos “citizen journalists”. Avançam ainda perspectivas contrárias, que nos indicam tratar-se apenas de uma tendência no aumento da produção caseira para visionamento familiar ou entre uma rede de amigos e conhecidos, negando a democratização dos media e o desenvolvimento de uma cultura de participação.
FORGET FORECASTS, RADIO SEES INCREASES.
Analyst forecasts don’t square with what local stations are budgeting for next year. The prognosticators foresee another down year, although not as painful as this year. So where do radio budgets end up during the current budget season? An informal survey by Inside Radio shows broadcasters believe the numbers will go in the opposite direction.
The end is the beginning is the end…
(Smashing Pumpkins)
Não há palavras suficientes para descrever uma vida dedicada à música e à rádio. Ou seria à rádio e à música? O próprio admitia que as duas se confundiam, na sua permanente e incessante busca musical, nos contornos dos programas de autor que perduraram na rádio até à sua morte. Mais e melhor do que John Peel, a comparação é lisongeira, mas redutora, pela independência que o caracterizava, a par com a originalidade num cenário composto por formatos, formatações, frases ou piadas previamente gravadas para não soarem mal no éter. Como se o éter não fosse tambem ele feito de fífias e enganos, como se o éter fosse algo plastificado ou com formas tão perfeitamente absurdas quanto as da boneca Barbie.
A eterna cumplicidade com o ouvinte ficará para sempre perdida, possível apenas de recordar através dos programas que ficaram gravados. Neste caso, é a tecnologia que cria a rádio artificial que nos permitirá, a partir de agora, recordar António Sérgio.
Uma referência para músicos e radialistas, influenciou várias gerações na divulgação musical, na postura, acima de tudo, na forma de fazer rádio, mesmo que muitos dos que reconhecem essa influência se tenham subvertido às definições contratuais dos grandes monopólios da comunicação no nosso país.
Esta tarde, no regresso a casa, liguei a Radar. Parabéns por terem criado um espaço à sua medida quando o éter nacional o dispensou. Acima de tudo, obrigada por terem recuperado, hoje, a voz e o savoir faire de António Sérgio.
Foi bom recordar o que ainda está tão presente em cada um de nós.
Primeiras notícias, via Google…
TSF Online
Perfil de António Sérgio
António Sérgio, último dos radialistas com programa de autor, morreu sábado à noite em consequência de um problema cardíaco, mas a sua influência nas ondas …
Público.pt
Morreu o radialista António Sérgio
Correio da Manhã
Vítima de um problema cardíaco
Record
Adeus, António Sérgio
Jornal de Notícias
Rodrigo Leão: “Era uma das pessoas mais à frente em termos musicais”
António Sérgio, que faleceu sábado devido a problemas cardíacos, era “uma das pessoas que estava mais à frente em termos musicais em Portugal”, considerou o …
Diário de Notícias
“Referência de quando eu era adolescente” – Adolfo Luxúria Canibal
Diário de Notícias
António Sérgio “sempre foi uma referência. Era a referência de quando eu era adolescente, de quando o rádio era o instrumento por excelência”, …
RTP
Programa “Som da frente” ou “Hora do Lobo” marcaram carreira de …
… ou Viriato 25 marcaram a rádio com uma das vozes inconfundíveis em Portugal. A jornalista Rita Colaço recorda oum pouco do percurso de António Sérgio.
TSF Online
Obrigado , António
Muitos daqueles que me lêem pouco conhecem dele , mas muitos mais existem que , tal como eu , sabem que o António Sérgio é um símbolo da rádio em Portugal . …
Lusa
António Sérgio era “um grande divulgador de música” e “um mestre …
LUSA
Zé Pedro, guitarrista dos Xutos e Pontapés, lamentou hoje a morte de António Sérgio que considerou “um grande divulgador de música” e …