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Estúpido, não é? Em casa de ferreiro, espeto de pau. É assim a vida. O filho do professor que precisa de explicações; a família do médico que está sempre doente, uma high-tech quase geek que dá lições sobre tecnologia e evangeliza sobre media sociais, que dá conferências sobre tendências e consultoria a indivíduos sobre segurança, privacidade e gestão da identidade nas redes sociais, acabar por ser vítima de um site de encontros, num esquema de spam e phishing e trojan e what-so-ever-they-did-with-my-email, por clicar num link para um teste de personalidade que lhes deu acesso instantâneo aos meus contactos de email… Eu não carreguei em nenhum botão que lhes desse acesso aos meus contactos nem me registei em nada. Mas invadiram-me e enviaram mensagens em meu nome. Em barda. Para todos. Em todas as línguas. Felizmente (ou não) o spam está a tornar-se tão comum, e estas acções de phishing também, que esta acaba por ser uma excelente razão para algumas pessoas me contactarem ao fim de algum tempo sem conversarmos. Obrigada IQ Elite. Não foram encontros românticos como propõe o serviço, mas foi muito melhor. Foi saber que há amigos e colegas que se preocupam. E sim podem continuar a telefonar e enviar mensagens. É sempre bom retomar o contacto!

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Funny thing about life? Is a teacher’s kid in need of tutoring; a doctors family always sick and, of course, a high tech sort of geek lecturing and preaching about security, privacy and providing guidance to others about how to run their social media profiles getting busted by some artful dating website that just by clicking on a link for a personality test gets instant access to your email contacts… I am sure I didn’t press any button “yes, get into my contact list”, I didn’t sign up for anything. Good thing is that spam is getting so usual, phishing as well, that this turned out to be a very good reason for some people to get in touch and for me to have very good chats with mates that I didn’t talk in quite a while. Thanks IQ Elite, it wasn’t dating. It was much better. Friends and colleagues who cares!

 

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Vou no carro e oiço uma música que me chama à atenção na rádio. “Não me é estranha, se calhar não é a primeira vez que a oiço”. Chama-me à atenção por ser nova ou porque já a ouvi naquele anúncio na televisão ou enquanto trabalhava no computador?

Agora tudo é possível: posso ir à descoberta de novas músicas relacionadas com o meu artista favorito (sugestões geradas automaticamente) ou posso ser um Dj produtor da minha própria playlist e personalizá-la com os meus gostos musicais. O Mixcloud X, a nova versão do Mixcloud vai mais longe: torna a marca mais próxima e pessoal – permite a criação de perfis de marca (branding) personalizáveis para os seus parceiros e consumidores, para promoverem os seus conteúdos numa versão áudio da marca. Serão então estes novos sistemas de distribuição e expansão da comunicação das marcas eficazes? Se virmos do ponto de vista de que indivíduos influenciam indivíduos, o ponto forte da proximidade, semelhança, identificação e até mesmo do prisma da igualdade, então sim. Marcas com perfis e indivíduos que se tornam marcas estão juntos, no mesmo espaço. E agora? Sou eu que influencio a marca ou é a marca que me influencia? São influências exteriores (através da rádio e da televisão, por exemplo) ou são influências interiores (ditas da internet e dessa mútua influência marca – indivíduo marca)?

Que confusão…desligo o rádio e o carro e a música que ouvi há pouco não me sai da cabeça: At the end of the day, it’s all about music!

Apesar do aumento inquestionável dos novos sistemas de partilha e, consequentemente, de decisão (leia-se, redes sociais e serviços de streaming/download), a Rádio continua a marcar pontos quando se fala em descobrir “música nova”.

aqui: Broadcast Radio Is Growing In The U.S., Especially Non-Commercial FM.

E quem sabe se, por este caminho, é possível redescobrir a Rádio.

“To combat these negative forces, Time Inc. will abandon the traditional separation between its newsroom and business sides, a move that has caused angst among its journalists. Now, the newsroom staffs at Time Inc.’s magazines will report to the business executives. Such a structure, once verboten at journalistic institutions, is seen as necessary to create revenue opportunities and stem the tide of declining subscription and advertising sales”.

http://www.nytimes.com/2013/12/30/business/media/time-inc-is-preparing-to-head-out-on-its-own.html?_r=1&