Consumo de Rádio em Portugal (V)

[Finalizando] Na sequência deste artigo, e dissecando os resultados obtidos nos meses de Julho e Agosto de 2011, considerei no meu Ensaio o seguinte:

(…) li com agrado que 63% da amostra afirma ter por hábito seguir “programas de autor”. Quando elaborei esta questão, tive o cuidado de ilustrar o conceito dando como exemplo o velho e conhecido “Oceano Pacífico” (de João Chaves, na RFM), para tentar separar o conceito de “continuidade” (playlist) do programa produzido por uma pessoa ou equipa, e com um conteúdo específico. E a maioria dos inquiridos afirma que o faz, precisamente, pela música que este escolhe. O que relança, se me permitem, a confiança de que o Homem está para além da máquina, e que esse sentimento, essa mensagem, acaba por passar. Note-se, por exemplo, quando se fala num determinado programa de uma qualquer Rádio, não se discute acerca “daquele da tarde”, mas quase sempre “do tipo que faz aquele programa à noite”. Este exemplo grosseiro pretende representar a ligação de intimidade que existe entre quem faz e quem ouve a Rádio, sentimento que, pelos vistos, ainda não se perdeu.

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