Mudanças na Renascença

r_com_p.jpgDe acordo com o  Briefing, “O Grupo Renascença vai passar a designar-se r/com, comunicação multimédia. Uma nova identidade corporativa que acompanha uma série de alterações na empresa (…) para transmitir a dinâmica das diferentes actividades das empresas que o compõem: rádios em FM e Onda Média, webradios, jornal online, sites na Web, webtv, comercialização, marketing, eventos, entretenimento, formação e responsabilidade social”.

Sobre a notícia anteriormente publicada no M&P, a notícia do Briefing refere apenas que “o Grupo tem em marcha um programa especial de reestruturação que visa a sua reorganização e cuja primeira fase se concluiu a 12 de Fevereiro”.  A notícia do M&P, sobre uma aparentes “medidas de redução de quadros”, à semelhança do que outros grupos teriam feito, sofreu entretanto uma reinterpretação, referindo-se antes a uma “reorganização da estrutura que passou pela redução dos seus quadros através de um convite à rescisão”, adiantando ainda que o “processo de redução de quadros colocou a (com) uma estrutura preparada para as mudanças”.

Na verdade, tanto as condições de mercado como a digitalização nos media promovem as condições para processos de reestruturação e reorganização das estruturas nas empresas de media, quer ao nível técnico, quer ao nível dos recursos humanos. A técnica é a mudança mais fácil de implementar, substituíndo instrumentos e rotinas. Contudo, é ao nível dos recursos humanos que reside boa parte do problema: pela resistência à mudança, pela necessidade de reconversão profissional; pela capacidade de adaptação aos novos sistemas/rotinas; pela necessidade de novas contratações, que resulta da criação de novas funções para as quais a aquisição de conhecimentos não é suficiente. No contexto digital, há uma nova filosofia que é necessário adoptar e nem sempre os profissionais dos media o conseguem entender, pelo que correm o risco de serem substituídos por outros, formados e socializados neste contexto que abraçam, com enorme facilidade, as funções para as quais ainda não existe designação profissional e que ultrapassam claramente, as categorias mais comuns que conhecemos no contexto da rádio.

Os exemplos destas novas designações para funções que são hoje essenciais para o quotidiano da rádio, e dos media em geral, merecia ser catalogado e definido, para enriquecer e actualizar aquilo que é hoje, o profissional da rádio.

Alguém avança com novas funções?

Alguém desempenha uma função “nova”, que foge às categorias habituais?

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