ADN da rádio

“Todas as marcas têm um ADN porque todas têm uma origem, nasceram de alguma coisa. Há três forças principais de ADN: as do passado – que vêm de quem cria as marcas -, as forças do presente – que condicionam os mercados e as marcas a uma actuação conjuntural – e as do futuro – que permitem inovar e antecipar tendências.” (Carlos Coelho, presidente da ivity Corp in Marketeer)

As estações de rádio são marcas. A sua gestão requer uma grande ligação à audiência para criar uma imagem de marca com a qual o seu público se identifique. As marcas de maior sucesso na rádio, medindo esse sucesso pela sua notoriedade e indíces de audiência, são as que correspondem à descrição do ADN da marca enunciado: O passado influencia a marca remetendo para a sua origem, num contexto de adaptação ao mercado e à conjuntura do presente, inovando para seguir as tendências. Infelizmente, não há, ainda, na rádio, a capacidade para antecipar as tendências, verificando-se, contudo, uma extraordinária capacidade de adaptação que faz com que a rádio esteja presente em todos os domínios das tendências de consumo dos media na era digital.

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