Online Video is killing the Video Star?..

O Y da passada semana abordou a temática (Nunca se viu tanta música em Portugal), embora sob o prisma da produção de videoclips em Portugal, revelando que, embora os orçamentos sejam mais reduzidos, estejam quase ausentes da programação de televisão (mesmo os canais musicais que os substituem por reality shows) e as editoras não tenham orçamento para este investimento, a dinâmica instalou-se, em virtude das ideias e das ferramentas digitais que permitem produzir a baixo custo. Haja uma (boa) ideia e quem a desenvolva. O que se segue é uma difusão em rede, através do You Tube ou serviços semelhantes, a par das redes sociais que os transformaram, como escreve o Y, em “objecto artístico, por si”. Este, nunca mais ficará na gaveta, como poderia acontecer até à massificação das câmaras digitais ou do You Tube para a sua exposição.

Numa lógica semelhante, o livro editado por David Buckingham/Rebekah Willet “Video cultures – media technology and everyday creativity” compila trabalhos que comprovam a mesma ideia, acrescentando o crescente interesse dos operadores de media no “user generated content” e no trabalho dos “citizen journalists”. Avançam ainda perspectivas contrárias, que nos indicam tratar-se apenas de uma tendência no aumento da produção caseira para visionamento familiar ou entre uma rede de amigos e conhecidos, negando a democratização dos media e o desenvolvimento de uma cultura de participação.

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