Webradio

No Hear 2.0, Mark Ramsey escreveu há dias sobre uma estação de rádio na Internet , surpreendendo-se por, finalmente, ter encontrado um projecto mais relacionado com a Internet do que propriamente com rádio ou música, sendo que, efectivamente, deveria ser essa a lógica subjacente a uma estação de rádio na Internet, mesmo quando a sua origem é o FM.

Como afirma Ramsey, “for radio, the Internet is not a brand extension, contrary to conventional thinking. It is the new brand”, ideia que o NetFm também defende, mesmo para as estações com emissão principal em FM. A prova disso são os valores crescentes para as audiências online, o tráfego por sites de media e, acima de tudo, pelos de rádio, demonstrando que a Net será seguramente a principal, ou no, mínimo, uma das mais importantes plataformas do futuro da rádio.

O desafio está agora em construir, manter e comunicar a marca através da rede, não numa estratégia complementar, mas numa lógica própria ao marketing da rádio em FM. E, à semelhança do que o NetFM habitualmente se questiona, também Ramsey envereda por uma lógica comunitária e multimédia associada à rádio. “What community elements do we offer? What video do we provide? Can you get traffic and weather and news updates via TXT or email? How often does the content change (the answer should be “constantly”)? Do listener hear everything you have when they listen to your stream or does the website add a visual and interactive component that your visitors (not listeners) can’t live without? Is there a game-related element to the site? Do you encourage listeners to tell others about it via online links?”.

A questão, nos E.U.A., é em tudo semelhante à questão que se coloca em Portugal, uma vez que não se verificam, ainda, esforços concoretos para tornar a rádio do futuro numa rádio digital, não apenas no que respeita ao canal de distribuição, mas acima de tudo, pelo contexto da sua distribuição, quando esta se faz por esta via, considerando, acima de tudo que, na Internet, a rádio enfrenta um novo tipo de competição e concorrência, onde, como Ramsey também afirma, “‘radio’ is only a tiny slice of the opportunity”

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