Regresso

Depois de um período de menor actividade, por força de circunstâncias pessoais e académicas, o NetFM está de volta, para dar continuidade às suas reflexões na rede.

No regresso, pequenas notas sobre os últimos dias:

Público

O novo Público, ainda que sendo uma actividade não radiofónica, sofreu uma reformulação difícil de ignorar. Está mais moderno. Contudo, não sei ainda se tal corresponderá a uma “modernização” na abordagem aos temas. Veremos…

Renascença

O projecto de criação de uma versão para impressão com o principal da informação às 12h e às 17h destaca-se em relação à concorrência. A informação chegou-me via “Jornalismo e Comunicação” e parece-me, acima de tudo, mais uma iniciativa do grupo para se adaptar às exigências e condições da comunicação na rede.

E uma breve reflexão sobre o novo Radio Clube Português:

Muito já foi escrito sobre o RCP, especialmente no que respeita às “pequenas” falhas técnicas. Eu destacaria, nesse sentido, a inexperiência de alguns jornalistas e a gradual adaptação de outros. Vamos dar tempo ao tempo. De resto, nos primeiros minutos em que escutei o novo RCP, a minha tenção recaiu de imediato sobre outro aspecto: a sonoridade da estação.

A rádio, pela ausência de imagem, apela, como nenhum outro meio, aos nossos sentidos e estimula a capacidade imaginativo-visual dos ouvintes. O RCP tem uma sonoridade que, para mim, é demasiado televisiva. Talvez estivesse condicionada pela presença do jornalista João Adelino Faria, também ele ainda “preso” ao formato televisivo onde, nos últimos anos, se notabilizou. Ainda assim, os separadores, os identificativos de estação e restante artística do RCP conduz a nossa imaginação para um universo já conhecido da televisão e que, ao fim deste tempo a escutar as emissões, continua a não ser puramente rádio, e a conotar-se com espaços de informação dos canais de televisão. Da mesma forma, o principal jornalista da casa mantém a sua postura televisiva, embora se note já, alguma evolução em relação aos primeiros dias. É perfeitamente compreensível. Não só o modelo de trabalho, de produção e edição é bastante diferente, como é humanamente impossível anular as influências de prestações anteriores.

Relativamente à estação, o mais interessante é efectivamente o teste ao modelo de programação que, não sendo inovador, é uma novidade no FM nacional. Mais um caso a acompanhar e a analisar no futuro…

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