10 Branding and Marketing Trends for 2010
Robert Passikoff, President, Brand Keys IN Branding Strategy Insider
10 Branding and Marketing Trends for 2010
Robert Passikoff, President, Brand Keys IN Branding Strategy Insider
Participatory Marketing Network Study: Gen Y’s Are Not Yet Taking Flight on Twitter:
“Only 22 percent of Generation Y consumers are using Twitter. (…) When asked about social network usage, however, 99 percent of this same group reports having an active profile on at least one social networking site. 99 percent have a profile on a social networking site, 89 percent have downloaded an application to their profile page: Photos (89 percent), games (53 percent), entertainment (51 percent), news (32 percent) and weather (29 percent) are the most popular applications”.
… Promete. Computadores mais pequenos, hiper conectividade, ligações rápidas e maior integração entre seres humanos e o computador…
Conta James Cridland, a propósito da reunião da RSA, sobre “The Future of Connectivity” |Ler|
PARIS, November 26th, 27th and 28th 2009 (GRER)
University Paris I – Sorbonne – Pantheon
Themes (not exhaustive) to be considered for the conference, including panel sessions:
Radio’s new status (social status, status at the heart of the media landscape and media systems)
Linkages and additionality in radio (acquiring new characteristics, practices and uses)
New financial models, new forms of regulation
History (lessons to be learnt from past experience)
New radio technology
Documenting web radio selected by whom? (archiving)
New producers/new productions/new programmes
Accompanying discourses, strategies or visions for digital radio
TIMETABLE SUMMARY:
May 1st 2009 Deadline for abstract submission
June 30th 2009 – Responses to proposers
October 15th, 2009 Delivery of Powerpoint presentations (or similar)
International Scientific Committee:
Frédéric Antoine: Professor, University of Leuwen-the-New (Belgium)
Annie Bart: Professor, University of Bordeaux (France)
Nicolas Becqueret: Doctor, teacher, representing the young researchers (France)
Patrice Berger: Researcher CNRS (France)
André Breton: Professor, University from Quebec in Montreal (Canada)
Jean-Jacques Cheval: Professor, University of Bordeaux (France)
Christophe Deleu: University lecturer, University of Strasbourg (France)
Herve Glevarec: Researcher CNRS (France)
Isabel Guglielmone: University lecturer, Compiègne University (France)
Claudia Krebs: University lecturer, University of Amiens (France)
Carmen Peñafiel-Saiz: Professor, University from the Pays Basque in Bilbao (Spain)
Guy Starkey: Professor, University of Sunderland (United Kingdom)
Andre-Jean Tudesq: Professor emeritus, University of Bordeaux (France)
Derek Vaillant: Professor, University of Michigan, Ann Arbor, Michigan (United States)
Bernard Wuillème: Professor, University of Lyon (France).
A newsletter MCR apresenta o resultado de dois estudos sobre meios, nos quais a rádio se apresenta com boas perspectivas.
O estudo do peso do investimento dos anunciantes nos vários meios revela que a rádio ocupa o 3º lugar no que respeita ao investimento dos anunciantes, com uma boa relação qualidade/preço (12,3%; revistas 12,5%; TV em 1º lugar e Internet em 5º lugar). O factor reputação deste meio é superior à frente da TV, Outdoors e Imprensa.
O segundo estudo enunciado, da Radio AD Lab “How Radio Affects Consumer Emotions” (EUA) indica que a rádio não é só música, pelo que a palavra faz toda a diferença, especialmente pelo seu peso sensorial e emocional e que pode ser mais poderosa do que as imagens, concluindo que, em média, a comunicação em rádio tem igual impacto à da TV.
Que rádio? Que plataformas? Que regulação?
Em dois dias, o tema foi a rádio. Respirava-se rádio dentro e fora da sala de conferências. Embora sem uma adesão massiva, os que estavam eram interessados e interessantes, fazendo deste encontro uma oportunidade para rever perspectivas e repensar a rádio.
Sem definições fechadas, as propostas que reflectiram um possível cenário para a rádio no futuro geraram a discussão. Foram, no mínimo, provocatórias, lembrando que a rádio poderá vir a ser algo muito diferente daquilo que conhecemos actualmente. E, do ponto de vista do ouvinte, as categorias definidas em torno de ouvintes passivos e activos acabaram por ser apropriadas e fazer parte da maior parte das sessões. Porque não são consensuais e porque estremecem com o paradigma da comunicação radiofónica. Uma coisa será verdade: existirão sempre os que procuram e os que recebem. Sempre assim foi e assim se manterá, com a diferença que, nas plataformas digitais, os métodos e oportunidades para aqueles que procuram são largamente ampliadas.
E se há já exemplos claros de adaptação e interligação da rádio FM com a web, há também estações que mantém o status quo e esperam que a mudança vá ocorrendo sem, contudo, nunca se concretizar de forma efectiva.
A rádio está a mudar e quem não o assume poderá ser deixado para trás. A conclusão que retirei é simples e aplica-se tanto à rádio como a outros sectores: há aqueles que avançam, que se adaptam rapidamente, e há os que preconizam uma atitude mais expectante, esperando para ver as tendências concretizadas e, então, agir. Ou, alternativamente, assumir que será o público passivo o seu alvo, mantendo a estrutura de comunicação com ajustes e adaptações mínimas ao novo contexto de radiodifusão.
O desafio da regulação passa exactamente por estas mudanças que ocorrem na sociedade e que a rádio, enquanto meio de comunicação e negócio, também reflecte. As propostas de alteração à Lei da Rádio criam novos contextos de actuação e, a aparente simplificação pode ser igualmente encarada como uma espécie de corporativização do sector, incutindo nos operadores a capacidade para cumprir as regras e deixando às entidades competentes a defesa e observância das regras definidas, num clima de respeito, cumprimento e confiança mútua. Adelino Gomes abordou a questão de forma transversal reflectindo sobre o paradigma da rádio actual e em contexto digital, numa postura neutra que reflecte tanto a tendência de mudança como o conservadorismo e estagnação da rádio sem contudo, deixar de reconhecer a inevitabilidade do processo.
No campo da definição das plataformas de difusão, a indefinição também não deixa margem para redefinir o próprio conceito de rádio, levando a uma análise em torno da exploração do mercado. Do ponto de vista técnico não será a Internet o sistema ideal, contudo, é irreversível o movimento social que a integra cada vez mais no quotidiano dos indíviduos, em diferentes plataformas de acesso, com menor custo e maior portabilidade.
14, 15 e 16 de Novembro
Vila Real
Temas:
FONTE: BBC News
Music stars unite to seek control
UK pop and rock stars are taking action to try to gain ownership and control of their work from record labels. [ler]
Nokia unveils new music service
Nokia has announced details of its Comes with Music service, which will allow 12 months of unlimited music downloads on pay-as-you-go phones. [ler]
iTunes store shutdown feared
A veiled threat by Apple to close its iTunes store has emerged 18 months after it was issued and just a day before royalty rates are to be set. [ler]
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FONTE: Business Week
Check Out the 2008 Best Global Brands
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FONTE: Hear 2.o
“The Wall” – Music Discovery for Radio
Even amidst the digital onslaught, radio continues to be the number one way most folks discover new music. That fact comes from my research as well as the work of others [ler]
What is “Attention” worth?
Seth Godin once said it to me, and Kevin Kelly (one of my favorite thinker/writers) hints at it in this post: Radio is the envy of the new media world.
Why?
Because radio can provide what no digital destination can get on its own without a bunch of extra help. [ler]
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FONTE: M&P
Parlamento aprova Lei da Concentração
A maioria PS no Parlamento garantiu a aprovação da proposta de Lei do Pluralismo e da não Concentração. [ler]