YouTube e hi5

26 11 2008

MARKTEST: Cerca de um em cada três internautas procura youtube na net

Entre Janeiro e Setembro de 2008, a expressão youtube foi novamente a mais pesquisada na internet, por 938 mil portugueses de 4 e mais anos que navegaram na internet a partir de suas casas, um valor que representa 31% dos internautas nacionais.

Na segunda posição das pesquisas mais frequentes, realizadas por 652 mil internautas nacionais, 21.6% do universo, mantém-se a expressão hi5.

Fonte: Marktest





3 de Dezembro

25 11 2008

Apresentação (oral) e entrega do projecto de investigação

Para auxiliar a elaboração do projecto, eis algumas sugestões de conteúdos que o projecto deve conter. Trata-se de uma especificação meramente indicativa e, sempre que as haja, os alunos deverão seguir as recomendações do orientador.

A. Artigo/ ensaio

Apresentação oral do projecto (sumário) e entrega de um documento devidamente identificado com os seguintes elementos:
1. Apresentação do tema, objectivos e hipóteses.
2. Apresentação dos principais conceitos.
3. Opções metodológicas.
4. Principais referências bibliográficas e fichas de leitura.

B. Relatório de Estágio

Apresentação oral do projecto (sumário) e entrega de um documento devidamente identificado com os seguintes elementos:
1. Apresentação: empresa e actividades a desenvolver.
2. Objectivos do estágio; objectivos de análise da actividade e hipóteses.
3. Tarefas a desenvolver e método de trabalho prático e teórico.
4. Definição do plano de estágio.

APRESENTAÇÃO ORAL: o projecto deve ser apresentado oralmente, sem recurso a meios auxiliares (powerpoint, por exemplo) e durante um período breve de 5/6 minutos.

Os alunos que, por motivos profissionais, não possam estar presentes na aula, deverão, antecipadamente, justificar a sua ausência junto do orientador e do regente da cadeira.





Programas de autor

25 11 2008

Não estão de volta à rádio, embora muitas vezes até pareça que sim. Cada vez mais os programas de autor, na sua verdadeira essência estão na Internet. Desta feita, reunidos numa Irmandade que descobri através do Indústrias Culturais de Rogério Santos.

A Irmandade do Éter reúne um grupo de radialistas e podcasters contra a castração e a favor da liberdade de criação que pode devolver a arte à rádio. Como avançam, ” Desejam devolver à arte radiofónica (?) a sua pureza e honestidade anteriores. Independentemente do tema tratado, torna-se essencial que a obra transmita uma ideia autêntica, fruto da individualidade do autor. Este não tem de se submeter a regras rígidas e castradoras de construção, deve antes ser livre na sua criação artística” [ler] [ouvir].

Welcome!





Leituras

25 11 2008

Una Década de Políticas de Gestión del Espectro Radioeléctrico en la Unión Europea (1997-2007). Análisis de las consultas públicas, el marco normativo y las prioridades estratégicas.

Montse Bonet, Universitat Autònoma de Barcelona, España
Marta Civil i Serra, Institut de la Comunicació de la Universitat Autònoma de Barcelona (InCom-UAB), España
Montse Llinés, Universitat Autònoma de Barcelona, España

Observatorio (OBS*) Journal, 7 (2008)





Esclarecimento

25 11 2008

Caros alunos,

Sobre este weblogue e, especialmente, a página de sumários das aulas, gostaria de esclarecer duas coisas:

1. O mesmo tem é utilizado como canal de comunicação directo entre docentes e alunos.

1.1 Tem as seguintes finalidades:

  • Apoio à leccionação das aulas – repositório de textos de apoio em formato digital;
  • Fonte de informação sobre o programa, bibliografia e a avaliação.

2. Sobre a página de sumários, a mesma foi criada para facilitar o estudo dos alunos, não servindo, de forma alguma, de substituição das aulas.

2.1 Tem como objectivos:

  • Indicar os temas discutidos nas aulas;
  • Organizar  os temas das aulas em função do programa previamente definido.

Considerando o exposto, os alunos deverão considerar este weblogue como uma estrutura de apoio e não como parte integrante da disciplina. A sua criação e manutenção procura auxiliar o trabalho dos alunos, não havendo qualquer compromisso de obrigatoriedade por parte dos docentes da disciplina na sua criação/ manutenção.

O weblogue não poderá substituir a presença dos alunos em aula e não é um repositório dos ficheiros powerpoint utilizados nas aulas. Os mesmos são colocados no weblogue consoante a disponibilidade dos docentes e apenas serão disponibilizados aqueles considerados fundamentais para o entendimento da matéria; quando não exista bibliografia ou a que exista seja demasiado extensa e dispersa sobre o tema.





Are radio stations making money off the internet?

20 11 2008

“The key to making your digital strategy work is ‘engagement’. (…) The market has matured and your listeners expect much more. (…) It’s all about building a relationship with listeners. It’s about having a conversation with them rather than just talking to them. (…) create unique ideas for your clients that in turn, create new revenue for you.”

Quem explica é Rey Mena, Co-President da Emmis Interactive, Inc., uma empresa norte-americana dedicada ao desenvolvimento do negócio da rádio na web.





Para os que gostam de rádio

18 11 2008

Espreitem aqui





Rádios Comunitárias: Áustria

18 11 2008

10 Years of Community Radio in Austria study:

“This paper presents the results of a qualitative research project which was initiated by the Austrian Federation of Free Radios (VFRÖ) and financed by the Austrian Regulatory Authority for Broadcasting and Telecommunications (RTR). The research started in spring 2007 and aimed at compiling and describing the effects of Austrian Free Radio on plurality and social cohesion. It was also conducted as a pilot study for further, more comprehensive radio research.

Ler





Marketing e Publicidade: Marcas do Ano – Relatório da AdAge

18 11 2008

Publicidade:

Advertising Age Honors the Top Brands of the Year — and the Brains Behind Them

Ler

Marketing:

Ad Age’s Guide on How Marketers Use Internet Search to Connect With Consumers

Ver





XI Congresso Nacional de Radiodifusão

18 11 2008

Que rádio? Que plataformas? Que regulação?

Em dois dias, o tema foi a rádio. Respirava-se rádio dentro e fora da sala de conferências. Embora sem uma adesão massiva, os que estavam eram interessados e interessantes, fazendo deste encontro uma oportunidade para rever perspectivas e repensar a rádio.

Sem definições fechadas, as propostas que reflectiram um possível cenário para a rádio no futuro geraram a discussão. Foram, no mínimo, provocatórias, lembrando que a rádio poderá vir a ser algo muito diferente daquilo que conhecemos actualmente. E, do ponto de vista do ouvinte, as categorias definidas em torno de ouvintes passivos e activos acabaram por ser apropriadas e fazer parte da maior parte das sessões. Porque não são consensuais e porque estremecem com o paradigma da comunicação radiofónica. Uma coisa será verdade: existirão sempre os que procuram e os que recebem. Sempre assim foi e assim se manterá, com a diferença que, nas plataformas digitais, os métodos e oportunidades para aqueles que procuram são largamente ampliadas.

E se há já exemplos claros de adaptação e interligação da rádio FM com a web, há também estações que mantém o status quo e esperam que a mudança vá ocorrendo sem, contudo, nunca se concretizar de forma efectiva.

A rádio está a mudar e quem não o assume poderá ser deixado para trás. A conclusão que retirei é simples e aplica-se tanto à rádio como a outros sectores: há aqueles que avançam, que se adaptam rapidamente, e há os que preconizam uma atitude mais expectante, esperando para ver as tendências concretizadas e, então, agir. Ou, alternativamente, assumir que será o público passivo o seu alvo, mantendo a estrutura de comunicação com ajustes e adaptações mínimas ao novo contexto de radiodifusão.

O desafio da regulação passa exactamente por estas mudanças que ocorrem na sociedade e que a rádio, enquanto meio de comunicação e negócio, também reflecte. As propostas de alteração à Lei da Rádio criam novos contextos de actuação e, a aparente simplificação pode ser igualmente encarada como uma espécie de corporativização do sector, incutindo nos operadores a capacidade para cumprir as regras e deixando às entidades competentes a defesa e observância das regras definidas, num clima de respeito, cumprimento e confiança mútua.  Adelino Gomes abordou a questão de forma transversal reflectindo sobre o paradigma da rádio actual e em contexto digital, numa postura neutra que reflecte tanto a tendência de mudança como o conservadorismo e estagnação da rádio sem contudo, deixar de reconhecer a inevitabilidade do processo.

No campo da definição das plataformas de difusão, a indefinição também não deixa margem para redefinir o próprio conceito de rádio, levando a uma análise em torno da exploração do mercado. Do ponto de vista técnico não será a Internet o sistema ideal, contudo, é irreversível o movimento social que a integra cada vez mais no quotidiano dos indíviduos, em diferentes plataformas de acesso, com menor custo e maior portabilidade.