De acordo com a notícia do The New York Times, a cadeia Starbucks passará a disponibilizar a descarga da música que toca nas lojas através do iTunes, procurando, desta forma, a satisfação constante e imediata do consumidor. Parece-me a mim uma renovada abordagem ao modelo da jukebox nos dinners norte-americanos que, nas décadas de 50 e 60 definiam, em boa medida, as músicas que mais tocavam na rádio. Em algumas lojas, as “Hear Music Coffeshops” da Starbucks, podem-se gravar Cd’s personalizados e, através da página da marca, os consumidores podem definir o som da Starbucks, numa estratégia de relação entre uma pausa para o café e o prazer hedonista da música ou de outras manifestações culturais. Da mesma forma, pode este assumir-se como um espaço de trabalho que tem ao dispor dos clientes não só o conforto de uma bebida quente como lhes proporciona os necessários elementos para tornar o trabalho mais aprazível.
“Businesses are using new technologies to enhance the impulse buy so consumers can purchase their temptations whenever they want, wherever they are, before the urge passes”.
A ideia é bastante interessante, especialmente se pensarmos no tempo que muitos norte-americanos – novaiorquinos em particular – passam no Starbucks. Talvez não fosse má ideia começarmos a aumentar a dimensão da portuguesissíma Bica…


Bica à música! Espectacular