Pluma versão rádio Muito embora possa associar-se…

30 11 2006

Pluma versão rádio

Muito embora possa associar-se a uma conotação machista, pela forma como o sexo masculino anseia pela visita da escultural “miúda do gás”, a verdade é que a concepção do texto dos anúncios de rádio da instalação das garrafas de gás “Pluma” está criativa e a interpretação que Miguel Guilherme lhes dá, prova o excelente veículo de comunicação que a rádio pode ser para a publicidade.

O facto é comprovado pelo prémio eficácia publicitária com o qual campanha Pluma foi galardoada, na 2ª edição dos prémios eficácia, realizada este mês no Pavilhão Atlântico. De acordo com informações disponíveis no website da Galp, “a campanha de comunicação da Pluma foi um verdadeiro caso de sucesso, com uma eficácia comprovada pelos resultados obtidos e pela notoriedade que o produto obteve, ultrapassando claramente as expectativa iniciais”.

A ideia central da nova campanha “Elas andam aí”, associa novamente a beleza feminina a um trabalho tradicionalmente masculino, pelo peso das antigas garrafas de gás. O novo conceito de garrafas de gás foi inicialmente comunicado de forma atraente e original, associando a leveza das garrafas à figura feminina, e provando o seu reduzido peso pela forma descontraída de a transportar. Actualmente, o objectivo de comunicação estimula o consumidor a trocar a sua garrafa de gás e, uma vez que a compra e entrega do gás era habitualmente do domínio masculino, a “miúda do gás” pode eventualmente ir a casa do consumidor fazer a troca. Há já, contudo, algumas decepções, que num dos anúncios de rádio, Miguel Guilherme muito bem descreve.

Para ouvir em: Spot Rádio 2 - Pluma “Elas Andam aí” (mp3 - 1450 KB)




A rádio também se lê Não é um livro sobre rádio, m…

29 11 2006

A rádio também se lê

Não é um livro sobre rádio, mas é um livro da rádio: MBP.pt é um livro de Carlos Vaz Marques (Pessoal e Transmissível/TSF), com uma selecção de entrevistas a músicos brasileiros que protagonizam o MBP.

O lançamento é dia 5 de Dezembro na Fnac do Chiado, às 21horas.




Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades… Longe…

29 11 2006

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades…

Longe vão os anos milionários da indústria fonográfica que, face à pirataria e contrafacção, às mudanças de hábitos de consumo e variedade de plataformas de difusão, enfrenta o desafio de redefinir o seu negócio e enveredar pelo digital, para menorizar as perdas resultantes da quebra acentuada de vendas de discos físicos. Em Portugal, a situação revela ainda outro aspecto importante para o desenvolvimento do sector, pela fraca notoriedade e venda de discos nacionais, numa relação entre custo de produção e promoção muito superior aos dos artistas internacionais. O primeiro passo foi colocar os portugueses a ouvirem mais música nacional e, acima de tudo, a gostarem de o fazer e terem orgulho em tocar, alto e bom som, música nacional nos seus veículos. O fenómeno ainda não stá concluído, mas caminha-se nesse sentido. Para isso, muito contribuiriam as telenovelas da TVI e toda a promoção cruzada que o grupo MC foi fazendo dos seus produtos e sub-produtos televisivos, que resultaram em ter mais artistas nacionais no top 30 artistas. Paralelamente, a introdução de quotas na rádio vem obrigar as estações a tocarem mais música portuguesa o que, apesar de não ser uma medida substancial, pois se fizermos as contas, no total, a medida implica mais uma a duas músicas por hora, colocou a problemática na agenda pública e levou muitos indivíduos desatentos a reflectir sobre a questão. Do lado dos que sempre continuarão menos atentos, o reflexo da movimentação da indústria, no sentido da promoção da música nacional, é um conjunto de acções que promovem activamente os nossos artistas e os colocam em destaque nas lojas de música, nos jornais e, acima de tudo, na televisão.

A mais recente medida, de defesa da música nacional assume-se claramente como uma medida de gestão, para fazer cumprir uma lei que garante uma fonte de rendimento aos principais agentes do sector: artistas e produtores. A problemática da cobrança dos direitos conexos remonta ao início da década de 90 e está consagrada no Código do Direito de Autor e dos Direitos Conexos que estabelece a necessidade de autorização para a execução pública de música gravada e o direito dos artistas e produtores serem remunerados pela comunicação pública dos seus trabalhos.

Assim, foi criada a PassMúsica, associação de utilidade pública que reúne artistas (GDA) e produtores fonográficos (AudioGest) e que vai proceder à cobrança de Direitos Conexos. A título de curiosidade, uma discoteca com lotação até 100 pessoas pagará 5.892.48€, aumentando esse valor caso sejam vídeos musicais. A música em espera nas linhas telefónicas (até seis linhas), tem um custo de 46,64€. O tarifário inclui ainda ginásios, salas de espera, feiras, exposições, casamentos, centros comunitários, escolas e cafés, entre uma grande variedade de outros espaços. Conseguirá a PassMúsica regularizar a situação, ou deixarão muitos destes espaços de ter um ambiente musical?…




Sites de rádios FM em crescimento “In fact, uniqu…

28 11 2006

Sites de rádios FM em crescimento

“In fact, unique visitors to the terrestrial radio operators’ sites increased 96% year-over-year in October, while unique visitors to the Internet radio operators’ sites grew 11% during the same time frame.(…) Terrestrial radio companies’ share of Internet radio’s unique visitors increased to 32.5% in October, up from 21.5% a year ago. “Increased investment by the radio operators has been driving gains in unique visitors in 2006, as well as gains in Internet advertising revenue, although Internet revenue still represents less than 5% of total revenue”.

Fonte: Radio World News, via Rain [ler]




Rádio Comunitárias: uma realidade inexistente entr…

28 11 2006

Rádio Comunitárias: uma realidade inexistente entre nós

No Media Guardian, um artigo sobre um relatório dedicado às rádios comunitárias revela o seu papel contra a exclusão social, através da amplificação de sectores da sociedade menos representados nos mass media. O “The Community Radio Sector: Looking to the Future” foi publicado pelo Department for Culture, Media and Sport e destaca o papel destas rádios na formação profissional dos indivíduos e criação de emprego.

Reproduzo a notícia, uma vez que o acesso é só para subscritores:

Community radio ‘engages those most in need’

John Plunkett
Tuesday November 28, 2006
MediaGuardian.co.uk



Radio
Community radio: helping tackle social exclusion, says report

The new generation of community radio stations has been praised in a government report for giving a voice to under-represented sections of society.

Small-scale stations, which number around 100 to date but will eventually total 200, helped tackle social exclusion and gave a voice to people who had been ignored by mainstream media and the education system, the survey concluded.

The broadcasting minister, Shaun Woodward, said the training offered by community broadcasters “is engaging those most in need, individuals who find it difficult to learn in traditional educational environments.

“Stations are giving people a focus and the opportunity to regain confidence and alleviate loneliness.

“And increasingly, community radio means economic gain for individuals, with employment opportunities flowing through to the attainment of better standards of living and life opportunities.”

The Community Radio Sector: Looking to the Future, published by the Department for Culture, Media and Sport, said community stations had delivered “important social gains across a range of issues, but particularly in respect of volunteering, work placement and training opportunities.

“Several of the stations have made impacts at a local level. All the stations recognise the part they can play in helping to foster social inclusion and active citizenship. They have discovered that giving people a voice can lead to come surprising outcomes.”

The report, which focused on the activity of 13 community radio stations, used the example of “truculent teenagers who begin to register what goes around comes around and modify their behaviour accordingly”.

It also cited a 38-year-old with literacy problems who “discovered he had considerable creative talent and now writes his own scripts and presents historical documentaries on air”.

However, the report said funding would remain a key issue for some of the stations. Ofcom currently distributes up to £500,000 a year among operators - funding which is due to be reviewed next year.

Some commercial radio companies have been critical of the new breed of community stations, claiming they are under-regulated and distort the advertising market.

However, announcing the report at the weekend, Mr Woodward said the benefits of the stations extended beyond the people who worked at them, “encouraging the aspirations of peers and siblings, extended families and the wider communities”.





Pedido de ajuda a todos os leitores… está a falh…

28 11 2006

Pedido de ajuda a todos os leitores… está a falhar-me a memória II

A todos os que deixaram comentários ou enviaram mensagens de e-mail com ideias sobre a “Patrulha da Cidade”, o meu agradecimento pela atenção e ajuda.

Fica contudo, um agradecimento especial ao Carlos Marques e à Sandra Camurça que se disponibilizaram para ajudar e, especialmente à Sandra Camurça que tão bem descreveu o passatempo da Patrulha da Cidade.

Aqui fica a versão mais completa:

“(…) há cerca de 14 anos, os ouvintes da Rádio Cidade (actual Cidade FM) eram convidados a colar um autocolante no seu veículo, forma encontrada pela estação para captar mais ouvintes, numa conjugação de promoção em antena e ao vivo. Diariamente, a estação tinha uma equipa móvel que percorria os principais pontos da cidade e anunciava em antena a sua localização, convidando os ouvintes a deslocarem-se até ao local onde a equipa estava. Numa primeira fase, todos os que tinham o autocolante da estação, eram premiados com material promocional da Rádio Cidade e, numa segunda fase, dada a adesão dos ouvintes, a “campanha autocolante” desta estação passou a ser patrocinada, sendo o exemplo mais conhecido, o do sorteio de um depósito de combustível. No local onde a patrulha se encontrava, os ouvintes em veículos com autocolante preenchiam um cupão para participar num sorteio diário, baseado nas matrículas, que, em antena, seleccionava o vencedor para abastecimento de gasolina”.

Um sincero obrigado, Paula Cordeiro




Pedido de ajuda a todos os leitores… está a falh…

23 11 2006

Pedido de ajuda a todos os leitores… está a falhar-me a memória

Caros leitores e visitantes do NetFM,

Estou a escrever uma tese de doutoramento sobre a Rádio em Portugal e queria usar como exemplo uma promoção que houve há cerca de 15 anos na antiga Rádio Cidade. Será que alguém se recorda de mais detalhes que possam ajudar à minha descrição, sobre uma forma de promoção da estação que era usada para captar audiência?

(…) os ouvintes da Rádio Cidade (actual Cidade FM) eram convidados a colar um autocolante no seu veículo, forma encontrada pela estação para captar mais ouvintes, numa conjugação de promoção em antena e ao vivo. Diariamente, a estação tinha uma equipa móvel que percorria os principais pontos da cidade e anunciava em antena a sua localização, convidando os ouvintes a deslocarem-se até ao local onde a equipa estava. Todos os que tinham o autocolante da estação, eram premiados”.

Alguém se lembra de mais alguma coisa?…




Webpages devem abrir em 4 segundos “Akamai and Ju…

23 11 2006

Webpages devem abrir em 4 segundos

“Akamai and JupiterResearch Identify ‘4 Seconds’ as the New Threshold of Acceptability for Retail Web Page Response Times”.

O estudo foi aplicado aos websites de comércio electrónico, mas aprece-me que pode aplicar-se a qualquer website com conteúdos pesados, como os dos meios de comunicação social, especialmente os que têm som e imagem em movimento.

O estudo da Akamai Technologies, Inc. conduzido pela JupiterResearch, revelou que o tempo de espera é a segunda razão pela qual o utilizador abandona um website, sendo o preço elevado/custos de envio a primeira razão. No caso dos media, qual será a primeira razão pera o abandono? Um website pobre em conteúdos ou com pouca actualização? [ler]




CuriosidadesRádio Comercial…. Portuguesa Eis o …

22 11 2006

Curiosidades

Rádio Comercial…. Portuguesa

Eis o que uma busca no Windows Media Player, a partir da expressão “Rádio Comercial”, encontrou, sendo apresentado antes da Rádio Comercial (MCR), na hierarquia de resultados: http://www.ksqq.com/




75 anos de rádio na Sampoio e Pina Apesar das m…

22 11 2006

75 anos de rádio na Sampoio e Pina

Apesar das mudanças, é um facto que o RCP, enquanto “nome de rádio”, celebra 75 anos de vida.

O projecto, recuperado no início do século XXI para rádio musical, retoma a partir de Janeiro um formato mais próximo do original, naturalmente adequado e resultado das modernas condições de mercado, da técnica e das expectativas dos ouvintes.

O projecto foi ontem apresentado. O DE, o Público e o DN relatam hoje os detalhes deste novo e, ao que parece, grandioso e apaixonado projecto de rádio. [DE] [Publico] [DN]

Ao longo do dia, o (ainda) RC está a fazer uma emissão especial, para celebrar a data e recordar este histórico canal de rádio. [ouvir]