Renovação CompletaO novo website da Rádio Renasce…
27 10 2006Categorias : Uncategorized
Será que a Media Capital vai ficar mais espanhola?
A notícia do Meios e Publicidade, “Prisa lança OPA à Media Capital”, indica que:
O grupo Prisa anunciou ontem, em comunicado enviado à CMVM, a decisão de lançar uma oferta pública de aquisição (OPA) da totalidade das acções representativas do capital social da Media Capital.(…) Em declarações à agência Lusa, o director de comunicação da RTL, Oliver Herrgesell, escusou-se a comentar a OPA lançada pela Prisa, garantindo apenas que “o grupo RTL vai analisar cuidadosamente a OPA para depois decidir como proceder”.
A ver vamos o desfecho…
Ideia:
Mais do que dar ao ouvinte o que este deseja ouvir, a rádio deve ser capaz de antecipar a forma e conteúdo desse desejo.
Alguém comenta?
Em 168 países, Portugal está no 10º lugar da liberdade de imprensa
O primeiro lugar da lista é ocupado pela Finlândia e o último pela Coreia do Norte.
A Dinamarca está em 19º, França em 35º, Espanha em 41º e Estados Unidos no 53º.
O ranking sobre liberdade de imprensa é da Repórteres sem Fronteiras, organização de defesa da liberdade de imprensa. [Panorama Europeu]
Para onde foram os menores de 25?
Para ler, as ideias de Mark Ramsey, a propósito de um artigo publicado no New York Times.
Radio listeners under 25 have a different relationship to their media tools than older listeners had when they were under 25. That fact in and of itself is enough to account for the decline in listening to radio. And it’s very likely to get worse.
A boa onda de rádio
Numa amena conversa sobre a rádio portuguesa, hoje chamaram-me a atenção para um facto curioso, na campanha de publicidade da Renascença…
A propósito de audiências, estudos, metodologias e resultados, no confronto entre rádios locais e nacionais, a conversa, que é como as cerejas, acabou por se desviar para a campanha de publicidade e a reformulação estratégica que a Renascença operou para o canal Um, recentemente remodelado, rejuvenescido e aprumado em direcção a um público mais alargado.
Muito embora a Renascença tenha inovado (e arriscado, por questões técnicas que ultrapassam a própria estação), ao colocar som em alguns mupies, permitindo aos potenciais novos ouvintes um primeiro contacto com a estação, da mesma forma que potencia o aumento de notoriedade da marca entre os ouvintes e o universo dos que, não sendo ouvintes, vão admirar a novidade, falhou no que é mais básico para se fazer ouvir junto de novos ouvintes…
Como muito bem me fizeram reparar, “os cartazes nos outdoors não têm a frequência da Renascença”…
E perante o argumento de que a estação tem frequências diferentes para as várias regiões do país, não vão fazer-me acreditar que tal decorre de uma opção tomada objectivamente para diminuir os custos de produção e implementação da campanha. Se o objectivo é reafirmar a marca, junto da comunidade de ouvintes da estação, a campanha, como está, faz sentido. Se o objectivo é aumentar a notoriedade do grupo Renascença junto do público em geral, a campanha também faz sentido. Mas se a campanha vem suportar e promover o relançamento da estação, chamando à atenção de novos ouvintes, com estes cartazes, vão ter de aguardar que, num momento de zapping radiofónico, o potencial ouvinte fique alguns segundos na frequência da estação (seja pela música ou pela informação), para então, verificar que é a Renascença e assim, se recordar da boa onda de rádio que a estação está a promover. Não seria mais simples ter criado cartazes diferentes e indicar a frequência em cada região do país, estimulando e facilitando desta forma que o ouvinte procure a estação, ao invés de casualmente, a encontrar?…
Não é rádio, mas é interessante:
A notícia do Público “A crise da imprensa, o ardina e o seu blogue” (Ana Machado), dá conta das histórias de um quiosque de venda de jornais, contadas na blogosfera.
Um quiosque com 6 metros quadrados de vida. Conheça as novidades, a facturação, as despesas, as dívidas, as histórias e os gamanços. Tudo ao pormenor. Saiba o que vende mais: Publico ou Diário de Notícias, Bola ou Record, Expresso ou Sol, Gigante ou Ventil, Sábado ou Visão, Caras ou Flash, Playboy ou Penthouse. Leia, comente e participe na gestão de 6 metros quadrados. Aproveite, é inédito.
Para visitar em: http://www.diariodeumquiosque.blogspot.com/
Like Wikipedia, the Citizendium (sit-ih-ZEN-dee-um), or “the Citizen’s Compendium,” will be a wiki project open to public collaboration. But, unlike Wikipedia, the community will be guided by expert editors, and contributors will be expected to use their own names, not anonymous pseudonyms.
Mais informações em: http://citizendium.org/release_001.html
“UM”… Jornal de música gratuito
Segundo o JN, é hoje lançada uma nova publicação quinzenal de música, gratuita:
O jornal que privilegia a música terá distribuição quinzenal . “Poderá também entrar por outras áreas como faz a ‘Village People’ (americana), tratando temas do espectáculo à educação”, diz o director Jorge Manuel Lopes. Assegurado desde o Porto, é um projecto independente - o seu director trabalhava no Blitz - e o seu objectivo é trabalhar as matérias com o espaço de texto que merecem. Pretende ser um “um jornal de textos e não um jornal de caixinhas “, diz o director. Nesta fase, é distribuído em estabelecimentos da especialidade. [ler notícia]
Clube de Imprensa
“A 2: vai estrear amanhã o programa Clube de Imprensa. O espaço é elaborado em parceria com o Clube Português de Imprensa, que assume a produção do programa. (…) Com transmissão quinzenal, às quartas-feiras pelas 23h30,(…) e duração aproximada de uma hora, o Clube de Imprensa vai reflectir sobre questões da Sociedade de Informação”.
Fonte: Meios e Publicidade