Renovação CompletaO novo website da Rádio Renasce…
27 10 2006Comentários : 1 Comentário »
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Será que a Media Capital vai ficar mais espanhola?…
27 10 2006Será que a Media Capital vai ficar mais espanhola?
A notícia do Meios e Publicidade, “Prisa lança OPA à Media Capital”, indica que:
O grupo Prisa anunciou ontem, em comunicado enviado à CMVM, a decisão de lançar uma oferta pública de aquisição (OPA) da totalidade das acções representativas do capital social da Media Capital.(…) Em declarações à agência Lusa, o director de comunicação da RTL, Oliver Herrgesell, escusou-se a comentar a OPA lançada pela Prisa, garantindo apenas que “o grupo RTL vai analisar cuidadosamente a OPA para depois decidir como proceder”.
A ver vamos o desfecho…
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Lista de autores
25 10 2006Harold Lasswel – Andreia Reis
Charles Wright – Joana Morais
Carl Hovland – Joana Lima
Walter Lippman – Sandra Barata
Abraham Moles – Ana Santos
Ortega y Gasset – Isménia Lobo
Hadley Cantril – Patrícia Silva
Paul Lazarsfeld – Ana Parreira / Rita Maçanita
Jay G. Blumler – Marisa Martinho
Michael Gurevitch – Filipa Sousa
Bernard Berelson – Jorge Baltazar
Joseph T. Klapper – Cláudio Marques
Robert Merton – João Olímpio
Shannon e Weaver – Joana Ferreira
Walter Benjamin – Ana Pirralho
Max Horkeimer – Marta Martins
Theodor Adorno – Patrícia Oliveira
Herbert Marcuse – Jacqueline Amaro
Umberto Eco – Rodrigo Dias / Diogo Ferreira
Harold Innis – Fabiana Bravo
Marshal McLuhan – David Monteiro
Edgar Morin – Gonçalo Mendes
Stuart Hall – Sara Costa
Daniel Dayan – António Pereira
Elihu Katz – Ana Lobato
Herta Herzog – Graciete Cruz
Gaye Tuchman – Gonçalo Oliveira
Noelle-Neuman – Anatilde Pinto
Maxwell McCombs – Selma Domingos
J. Galtung e M. H. Ruge – Ana Gomes
Michael Schudson – Ana Ferreira
Harvey Molotch e Marilyn Lester – Sílvia Pereira
Herbet Ganz – José Mesquita
George Gerbner – Pandora Brazão
P. Schlessinger – Alda Pinto
- Marisa Aires
Peter Golding e Graham Murdock – Nádia Descalço
Pierre Bourdieu – Carla Alves / Inês Vaz
Todd Gitlin – Carolina Urbano
Anthony Giddens – Pedro Carreira/ Edite Marques
Armand Mattelart – Rubina Encarnação
Atenção, em função do acesso à informação, foram alterados os autores dos seguintes alunos:
Carolina Pimenta (Ganz) passa a Wilbur Schramm
Bruno Adrego (Bell) passa a Umberto Eco
Sara Paulino (James Carey) passa a Stuart Hall (“A produção social das notícias: o mugging nos media” IN Traquina (1998)
Isabel Faria (Lang & Lang) passa a Jakobson [ver FISKE, John (1993) . Introdução ao estudo da Comunicação. Lisboa: Asa]
Sugere-se que comecem desde já a pesquisar.
Estarei disponível para esclarecer dúvidas sobre os temas dos autores e as obras mais pertinentes a analisar, durante a aula da próxima semana.
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Ideia: Mais do que dar ao ouvinte o que este desej…
24 10 2006Ideia:
Mais do que dar ao ouvinte o que este deseja ouvir, a rádio deve ser capaz de antecipar a forma e conteúdo desse desejo.
Alguém comenta?
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Em 168 países, Portugal está no 10º lugar da libe…
24 10 2006
Em 168 países, Portugal está no 10º lugar da liberdade de imprensa
O primeiro lugar da lista é ocupado pela Finlândia e o último pela Coreia do Norte.
A Dinamarca está em 19º, França em 35º, Espanha em 41º e Estados Unidos no 53º.
O ranking sobre liberdade de imprensa é da Repórteres sem Fronteiras, organização de defesa da liberdade de imprensa. [Panorama Europeu]
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Para onde foram os menores de 25? Para ler, as id…
23 10 2006Para onde foram os menores de 25?
Para ler, as ideias de Mark Ramsey, a propósito de um artigo publicado no New York Times.
Radio listeners under 25 have a different relationship to their media tools than older listeners had when they were under 25. That fact in and of itself is enough to account for the decline in listening to radio. And it’s very likely to get worse.
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A boa onda de rádio Numa amena conversa sobre a rá…
23 10 2006A boa onda de rádio
Numa amena conversa sobre a rádio portuguesa, hoje chamaram-me a atenção para um facto curioso, na campanha de publicidade da Renascença…
A propósito de audiências, estudos, metodologias e resultados, no confronto entre rádios locais e nacionais, a conversa, que é como as cerejas, acabou por se desviar para a campanha de publicidade e a reformulação estratégica que a Renascença operou para o canal Um, recentemente remodelado, rejuvenescido e aprumado em direcção a um público mais alargado.
Muito embora a Renascença tenha inovado (e arriscado, por questões técnicas que ultrapassam a própria estação), ao colocar som em alguns mupies, permitindo aos potenciais novos ouvintes um primeiro contacto com a estação, da mesma forma que potencia o aumento de notoriedade da marca entre os ouvintes e o universo dos que, não sendo ouvintes, vão admirar a novidade, falhou no que é mais básico para se fazer ouvir junto de novos ouvintes…
Como muito bem me fizeram reparar, “os cartazes nos outdoors não têm a frequência da Renascença”…
E perante o argumento de que a estação tem frequências diferentes para as várias regiões do país, não vão fazer-me acreditar que tal decorre de uma opção tomada objectivamente para diminuir os custos de produção e implementação da campanha. Se o objectivo é reafirmar a marca, junto da comunidade de ouvintes da estação, a campanha, como está, faz sentido. Se o objectivo é aumentar a notoriedade do grupo Renascença junto do público em geral, a campanha também faz sentido. Mas se a campanha vem suportar e promover o relançamento da estação, chamando à atenção de novos ouvintes, com estes cartazes, vão ter de aguardar que, num momento de zapping radiofónico, o potencial ouvinte fique alguns segundos na frequência da estação (seja pela música ou pela informação), para então, verificar que é a Renascença e assim, se recordar da boa onda de rádio que a estação está a promover. Não seria mais simples ter criado cartazes diferentes e indicar a frequência em cada região do país, estimulando e facilitando desta forma que o ouvinte procure a estação, ao invés de casualmente, a encontrar?…
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Não é rádio, mas é interessante: A notícia do Púb…
21 10 2006Não é rádio, mas é interessante:
A notícia do Público “A crise da imprensa, o ardina e o seu blogue” (Ana Machado), dá conta das histórias de um quiosque de venda de jornais, contadas na blogosfera.
Um quiosque com 6 metros quadrados de vida. Conheça as novidades, a facturação, as despesas, as dívidas, as histórias e os gamanços. Tudo ao pormenor. Saiba o que vende mais: Publico ou Diário de Notícias, Bola ou Record, Expresso ou Sol, Gigante ou Ventil, Sábado ou Visão, Caras ou Flash, Playboy ou Penthouse. Leia, comente e participe na gestão de 6 metros quadrados. Aproveite, é inédito.
Para visitar em: http://www.diariodeumquiosque.blogspot.com/
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Citações e referências bibliográficas
21 10 2006Citações usadas na aula de dia 9 de Outubro:
1. Sobre o conceito de massa e a sociedade de massas
. Uma definição corrente para a massa é a de uma “grande quantidade de pessoas sem laços ou ideias em comum e sem uma verdadeira organização”1
. Bretton explica que “tudo se passa como se essa homogeneização dos comportamentos públicos atribuíveis a uma massa indiferenciada constituísse a resposta paradoxal de indivíduos isolados que tivessem perdido o seu sentimento de pertença comunitária numa estrutura social cada vez mais complexa e heterogénea”2.
. Thompson caracteriza a comunicação de massas como “a produção institucionalizada e difusão generalizada de bens simbólicos através da transmissão e incorporação de informação ou conteúdo simbólico”3.
1Dicionário Universal da Língua Portuguesa
2BRETTON, 1997: 159-160
3THOMPSON, 1995: 26 (tradução própria)
2. Sobre os meios de comunicação de massas
. Castells esclarece: “a noção de meios de comunicação de massa faz referência a um sistema tecnológico, não a uma forma de cultura, a cultura de massa”1 Enquadra os conteúdos numa cultura de massas, uma vez que “a maior parte dos nossos estímulos simbólicos vem dos meios de comunicação”2.
. Para Breton, os media “passaram a ser o único lugar onde estão as informações que hão-de permitir descodificar os diferentes universos em que evoluímos”3.
. Tal como refere Rodrigues “a comunicação não é um produto, mas um processo de troca simbólica generalizada, processo de que se alimenta a sociabilidade, que gera os laços sociais que estabelecemos com os outros”4. Os meios de comunicação, pela sua rapidez e alcance contribuem “para o alargamento da nossa experiência do mundo muito para além do espaço delimitado pelas fronteiras territoriais que nos rodeiam”5.
1CASTELLS, 2002: 441
2CASTELLS, 2002: 442
3BRETON, 1994: 123
4RODRIGUES, 1999: 22
5RODRIGUES, 1999:23
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Citizendium: The Citizen Compedium Like Wikipedia…
19 10 2006
Like Wikipedia, the Citizendium (sit-ih-ZEN-dee-um), or “the Citizen’s Compendium,” will be a wiki project open to public collaboration. But, unlike Wikipedia, the community will be guided by expert editors, and contributors will be expected to use their own names, not anonymous pseudonyms.
A ideia é criar um projecto “Not only enormous and free, but reliable”.
Mais informações em: http://citizendium.org/release_001.html
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