Caro leitor Até dia 2 de Maio, o NetFM estará a p…

18 04 2006

Caro leitor

Até dia 2 de Maio, o NetFM estará a pesquisar novos cenários radiofónicos e a escutar um éter diferente. Até já.




The Infinite Dial: Radio’s Digital Platforms. Uma …

18 04 2006

The Infinite Dial: Radio’s Digital Platforms. Uma nova rádio?

A rádio terrestre, com emissões via frequência modelada enfrenta hoje um dos seus maiores desafios de sempre, resultado de novas tecnologias que ampliam largamente a sua capacidade de difusão. Não podemos continuar a pensar a rádio enquanto sistema de difusão analógico baseado a frequência e amplitude modelada, da mesma forma que a indústria da rádio deverá manter-se atenta à forma como a música, e sua promoção, tende abandonar a rádio em favor de novos suportes e plataformas promocionais de carácter digital.
Difusão online, serviços de escuta e download de música online, leitores audio digitais, receptores de rádio digitais, telemóveis e podcasts são apenas alguns exemplos de novas formas para aceder à música e conteúdos de entretenimento. Qualquer uma destas plataformas representa um novo cenário para os media em geral e a rádio em particular, ao mesmo tempo que se podem assumir como uma forma da rádio desenvolver um novo modelo de negócio e de comunicação, alterando o conceito que temos conhecido até aqui.
O novo estudo da Arbitron, produzido em parceria com a Edison Media Research,
«The Infinite Dial: Radio’s Digital Platforms», desenvolve exactamente esta questão, resultado de um trabalho de acompanhamento do crescimento da rádio nas suas novas formas desde 1998. Neste relatório é feita uma actualização das tendências «for the more established new media, such as Internet streaming and satellite radio, and now add new information on the burgeoning worlds of podcasting and HD Radio. We look at who is using these new kinds of radio and the implications for advertisers and media planners». O estudo foi desenvolvido a partir dos resultados de 1.925 entrevistas telefónicas conduzidas entre 13 de Janeiro e 12 de Fevereiro deste ano.
De acordo com a Radio Ink, a grande conclusão deste estudo é a de que, muito embora a rádio por satélite e através da Internet seja cada vez mais popular, os consumidores não reduzem o tempo que passam a escutar rádio terrestre.O estudo indica que «Daily TSL for AM and FM radio Daily is 2 hours 45 minutes, compared to about 2 hours 48 minutes for those who are regular listeners to digital audio services like Internet radio, satellite radio, or podcasts», avança a notícia.
De acordo com o estudo, entre os novos media, a audiência mensal da rádio na Internet entre os ouvintes com 12 ou mais anos cresceu de 37 milhões no ano passado para 52 milhões, sendo que destes, 12% afirma ter escutado áudio através da Internet ao longo da passada semana. A rádio na Internet atinge cerca de 19% da audiência entre os 18-34 e 15% entre os 25-54 anos. A rádio por satélite, por seu turno, é conhecida por 61% da mesma faixa etária, com 20% destes a afirmar que é muito ou, pelo menos, bastante provável, que venham a subscrever o serviço de um dos dois fornecedores ao longo dos próximos 12 meses. Um dado interessante é o facto de 11% dos respondentes ter afirmado ainda não ter escutado um podcast.
A notícia apresenta o comentário do presidente da Edison Media Research, Larry Rosin que afirma que «
our research shows that regardless of the platform consumers see all these options as merely being new forms of ‘radio.’ This report provides crucial measurement on the development of radio as it is consumed in new and different ways». O facto é que, apesar da variedade de suportes, há ainda 77% de americanos que se mantêm fiéis às sintonias em FM e AM. Este aspecto conduz-nos à ideia de que, conceptualmente, podemos considerar que o cenário se apresenta esgotado para a rádio, um pouco como se o sistema de difusão analógico não tivesse mais nada a explorar, transferindo para o digital, a fonte de oportunidades para o meio. Em parte, a perspectiva que encerra o analógico em prol do digital resulta da própria evolução dos media, no sentido da sua total digitalização, ou seja, daquilo que, para a rádio, pode ser o futuro, através da combinação do modelo actual com a diversidade de plataformas digitais que podem assumir diferentes combinações: difusão em frequência modelada e difusão online, telemóveis e podcasts. Por cá, não há ainda exemplos deste tipo de combinação, contudo, nos Estados Unidos as empresas de radiodifusão estão a promover novos canais digitais para que a concorrência passe do analógico para o digital, onde os ouvintes podem encontrar mais canais, maior variedade e melhor qualidade sonora. Da mesma forma, redes de difusão wireless, serviços que providenciam a escuta de rádio online estão a invadir o mercado norte americano, oferecendo aos consumidores uma nova variedade de conteúdos ao nível do entretenimento e de opções de escuta, que se quere mais atractiva que as existentes.
Os leitores de MP3, a par com um conjunto de novas tecnologias que o mercado tem vindo a conhecer, alteram completamente o esquema da relação entre os meios de comunicação social e as audiências. No que respeita à rádio, estas inovações têm alterado a relação de poder da rádio enquanto fonte de informação e criadora de tendências para o consumidor, que escolhe e organiza a sua música de acordo com os seus gostos e interesses.
Apesar dos media ditos tradicionais continuarem a ser a principal fonte de comunicação, informação e entretenimento, é inegável a influência que os novos media vêm introduzindo no sector da rádio. As novas opções de entretenimento são consideravelmente importantes para as novas gerações, reflectindo-se as suas opções na erosão das audiências em favor dos media digitais, como leitores de MP3, rádio na Internet, partilha de ficheiros e e serviços online de música. Alguns dados indicam também que, embora o tempo ocupado a ouvir rádio seja menor, há um aumento desse tempo entre os utilizadores de leitores de MP3, após uma fase de absoluta imersão no seu novo gadget, uma espécie de retorno à rádio, após um período de descoberta das funcionalidades e óbvias limitações destes pequenos aparelhos. A principal, tanto quanto estes estudos indicam, é a ausência de aleatoriedade, apesar da função de mistura aleatória de faixas nas listas predefinidas pelos utilizadores. Ou seja, se há um regresso ao velho media depois de algum afastamento pela novidade do reprodutor de ficheiros musicais, isso poderá querer dizer que o problema não é o media em si, mas eventualmente os seus conteúdos ou a forma da sua difusão. No que respeita aos conteúdos, a discussão levar-nos-ia a uma espiral infidável de estratégias, opiniões e opções e, no que respeita à difusão, apesar do digital ser uma cenário incontornável (seja o DAB, DRM, ou, mais provavelmente, o HD) o que é um facto é que cada vez mais parece assumir-se a ideia de um sistema massificado (como é actualmente o FM e será futuramente digital) e outro, complementar, caracterizado pela Internet e pelo podcast, uma interessante ferramenta que a rádio pode usar como arquivo e fidelização de ouvintes. Vários estudos apontam nesse sentido, indicando que, apesar da juventude do fenómeno, este tem vindo a operar algumas mudanças no comportamento de consumo e distribuição de conteúdos. A mobilidade que o podcast dá à rádio, aliado ao factor de gestão pessoal do tempo, têm vindo a assumir-se como as principais razões do seu sucesso e, neste contexto, há já dados que indicam que há cerca de 20% de utilizadores que fazem o download e escutam podcasts semanalmente e destes, os ouvem mais de seis podcasts por
semana da programação de uma estação de rádio, 27% sintonizam a estação com maior frequência.

Podcast: radio friendly?
Esta foi também a principal conclusão do painel Rádio, Web, Podcast: mutações de um meio de transmissão que teve lugar na Fonoteca Municipal de Lisboa na passada Quinta-feira.
Integrado nos encontros Radia, este painel de discussão procurou desvendar os caminhos futuros para a rádio face aos novos sistemas de difusão e a sua aparente indefinição. Composto por mim e Jorge Alexandre Lopes, director multimedia da RDP, a discussão fez-se directamente com os membros da audiência em torno da importância do podcast para as rádios ditas tradicionais.
A ideia que aproxima o podcast dos
gravadores programáveis de vídeo e cassete áudio conceptualmente pode até ser interessante, mas são a mobilidade, a facilidade de acesso e edição do podcast que o diferenciam destes arcaicos sistemas de gravação e reprodução de emissões. Já não é preciso esperar por um programa para o gravar. Basta conhecer o URL e efectuar o donwload para escutar depois. As potencialidades do sistema são enormes e podem eventualmente desenvolver novas concepções artísticas, pela associação de técnicas e linguagens, como a ideia que alguns membros da audiência levantaram, de ligação das artes plásticas ao podcast, para produção de um suposto híbrido que dê preponderância ao som em detrimento da imagem, postura contrária à tradição da produção audiovisual e de contacto com a arte.
Sobre plataformas de difusão, o concenso reúniu-se em torno do futuro digital, apesar da dificuldade em definir a plataforma exacta. A ideia central, sobre esta questão, prende-se com o facto da rádio estar a atravessar uma fase de grandes mudanças e a possibilidade de, finalmente e através da exploração máxima da interactividade, transformar a rádio nesse meio democrático que Brecht advogava, pela incorporação da produção dos ouvintes nas suas emissões.




Novo espaço para o Museu da Rádio De acordo com o …

17 04 2006

Novo espaço para o Museu da Rádio

De acordo com o jornal Público, o maior espólio de rádio e televisão da Europa vai ter, já em 2007, um novo centro museológico. Diz a notícia que o espaço irá ter menos de metade da área actual do museu da rádio, na rua do Quelhas. Sobre esta questão, o blogue a Rádio em Portugal publica o comentário ao jornal Público de Pedro Braumman, actual director do Museu da Rádio, que diz que «há limitação de espaço, mas podemos recorrer a soluções como os suportes multimédia para mostrar peças que não podem estar há vista». Mostrar como? Fotografias de microfones e aparelhos de rádio antigos?…




RADIA: 5ª Feira discute-se a rádio na web Rádio, …

12 04 2006

RADIA: 5ª Feira discute-se a rádio na web

Rádio, Web, Podcast: mutações de um meio de transmissão em discussão na Fonoteca Municipal às 18 horas.



BlogBurst: jornais com conteúdos de blogs A notíci…

11 04 2006

BlogBurst: jornais com conteúdos de blogs

A notícia do Público «Criada agência de blogues para fornecer conteúdos para jornais» (para assinantes) indica que foi criada uma agência para fazer a ponte entre bloggers e publicações. O blogburst é um serviço que reúne o conteúdo de blogues registados, analisados e aprovados por esta agência para ser fornecido a publicações online e republicado. O Público indica também que o BlogBusrt arranca ainda esta semana nos Estados Unidos e vai agenciar o trabalho de 600 bloggers.




Instrumentos digitais: a tecnologia na rádio (II)…

11 04 2006

Instrumentos digitais: a tecnologia na rádio (II)

A transformação tecnológica da rádio começou com a introdução de instrumentos digitais nos processos de produção reprodução e edição de sons. Desde a introdução do CD na década de 80, passando pelo DAT (Digital Audio Tape) e o Mini-Disc, a tecnologia digital tem vindo a transformar as técnicas e modos de produção da rádio.
O DAT, o Mini-Disc e, mais recentemente, o MP3, vieram introduzir algumas mudanças na produção sonora, facilitando e agilizando o trabalho de realização radiofónica.
As suas características abrem inúmeras possibilidades à rádio, especialmente pela melhoria da qualidade de reprodução sonora, que não estará optimizada enquanto emissores e receptores, não forem também digitais. O Compact Disc utiliza a tecnologia laser, quer na gravação, quer na reprodução do som, tendo alterado muitos procedimentos. O sistema digital trouxe outros instrumentos, como o DAT (Digital Audio Tape), a DCC (Digital Compact Cassette) e o Mini Disc. Com efeito, a introdução destes sistemas de gravação e reprodução procurava a sua expansão no mercado, substituindo os suportes anteriores. Contudo, nenhum deles conseguiu o êxito que se esperava a nível comercial, tendo sido utilizados quase exclusivamente a nível profissional.
O sistema DAT acabou por ser substituído pelo Mini-Disc, que se adaptou na perfeição ao trabalho na rádio. O Mini-Disc permite múltiplas funções de edição, programação, combinação, divisão e reprodução aleatória. A utilidade das suas funções de edição, generalizou a sua utilização nas redacções, permitindo, com um Mini-Disc portátil, que cada jornalista gravasse e editasse as suas peças informativas, deixando mais tempo livre para os técnicos de som trabalharem nos componentes estéticos que caracterizam a estação emissora. Actualmente, os sistemas de áudio digitais para o registo, edição e reprodução permitem que os sons digitais sejam utilizados em aplicações informáticas, efectuando o trabalho simultaneamente em computadores diferentes. Estes programas executam diversas tarefas, e realizam variadas operações com bastante rapidez, facilitando o trabalho de jornalistas, técnicos e realizadores.
A informatização das redacções veio tornar o trabalho informativo mais rápido, potenciando uma maior qualidade, possibilitando que uma só pessoa controle todas as suas fases de elaboração que, a par com a possibilidade de ligação dos computadores em rede, oferece modos alternativos para a realização de tarefas, no que respita à pesquisa e armazenamento da informação.
Na generalidade das estações de rádio, o software que dá apoio ao trabalho na redacção permite a comunicação instantântanea entre produção, redacção e emissão, alterando os processos de trabalho na rádio. O mesmo programa permite a construção do texto e o registo, processamento e edição dos sons que acompanham a notícia. O jornalista capta o som e utiliza-o da forma que quiser, tendo a possibilidade de o cortar à fracção de segundo, para aproveitar os fragmentos mais adequados ao complemento do seu texto.
Os novos programas permitem que se trabalhe em tempo real, pois uma vez terminado o trabalho, pode imediatamente ser emitido, bastando para isso, colocá-lo em rede, na pasta do respectivo noticiário. A maior parte das estações tem uma rede interna que suporta a comunicação entre os diferentes utilizadores e permitem a circulação da informação com a máxima rapidez. Da mesma forma, é cada vez mais fácil o acompanhamento de acontecimentos que ocorrem a quilómetros de distância, pela partilha de informações e sons entre as rádios de todo o mundo. A rádio pode assim, apresentar declarações originais e documentos sonoros fornecidos por rádios estrangeiras, respeitantes ao acompanhamento de uma situação específica.
A digitalização veio introduzir mudanças não só na captação e produção de sons, na estrutura de funcionamento das redacções, mas também, na condução das emissões de rádio.
Há muito que era possível gravar um programa e simular o seu directo, mas a emissão de continuidade dependia sempre de alguém que estivesse presente a trocar as fitas e a orientar a programação. Os programas informáticos de gestão da programação vieram facilitar a organização da programação das estações de rádio, por permitirem a sua automatização. Permitem a condução das emissões, combinando todos os elementos da programação sem intervenção humana: permitem o encadeamento musical, cruzando com vozes pré-registadas, alinhamentos de publicidade, e outros elementos. Criou-se então, uma nova profissão que, a par com os técnicos, realizadores, produtores e jornalistas, definem a estação: os programadores, aqueles programam a lista de emissão,e scolhem os temas da playlist e definem as categorias através das quais a música é arquivada e seleccionada pelo programa informático utilizado. Programas como (já muito antigo) «Selector» preparam a emissão no seu todo, organizando sequências de músicas e ordenando a publicidade e os jingles, deixando ao locutor a tarefa de apresentar a emissão, sem se preocupar com a sua organização, com, em teoria, maior espaço para a criatividade pessoal. Estes sistemas conseguem articular os componentes de uma emissão de rádio com tanta precisão, que é muito difícil, para o ouvinte comum, distinguir entre programas realizados em directo com o locutor em estúdio e uma emissão gerada por computador. Mas, será uma rádio tecnicamente perfeita a melhor rádio?




Novos e velhos media:Mais importante do que o digi…

10 04 2006

Novos e velhos media:

Mais importante do que o digital é a questão da relevância

Media companies have to go where the customers are. There’s no question that the Internet is increasingly where many consumers are spending the greatest amount of time. But their time there is spent doing many of the tasks of daily life and work, not just “consuming media.” I’m convinced most people will continue to enjoy reading books, magazines and newspapers, assuming what they find there is relevant to them.

Leitura: Does old media love the Web too much?

By David Kirkpatrick, FORTUNE senior editor

Fonte: CNN Money




MTV: mobilidade a caminho De acordo com a notíci…

9 04 2006

MTV: mobilidade a caminho

De acordo com a notícia «FOR MTV, MOBILE IS THE ‘HOLY GRAIL’» da AdAge, a MTV vai começar a apostar nos conteúdos para telemóveis, implementando, como em outras épocas, novas tendências. Acompanhando a evolução recente ao nível dos conteúdos para telemóveis, a MTV vai introduzir a partir do Verão um serviço para criar comunidades móveis em torno de conteúdos desenvolvidos pelos próprios utilizadores. Sabe-se que o presidente desta rede tem em mente a implementação de um plano que irá permitir aos utilizadores a criação dos seus próprios toques para telemóveis e outro tipo de conteúdos que podem utilizar nos seus aparelhos.
Atenta aos desejos e gostos das gerações mais novas, a MTV tornou-se, «in a relatively short time, (…) the world’s largest content provider for mobile phones. It works with 63 providers worldwide and has access to more than a billion cellphones». As estatísticas indicam que este é o gadget mais apetecido por esta geração, sendo que «while global youth spend $16 billion on music, they spend $106 billion on mobile. Teens rank it more desirable than laptop computers, MP3 players and video-game consoles».




RADIA: a Rádio em destaque O RadiaLX 2006 vai …

6 04 2006

RADIA: a Rádio em destaque

O RadiaLX 2006 vai decorrer entre os dias 10 e 14 de Abril em Lisboa e entre outras coisas, procura gerar a discussão em torno da rádio.
A RADIA é uma uma rede de 11 Rádios Europeias que «emerged from a series of meetings, clandestine events, late night club discussions and a lot of email exchanges between cultural radio producers across Europe». A ideia central baseia-se no conceito artístico de programação da rádio pois a «Radia has become a concrete manifestation of the desire to use radio as an art form». Todas estas rádios têm uma filosofia comum de programação: dar espaço e voz à diferença.
Ao longo de três dias, irão decorrer, entre outras actividades, painéis de discussão públicos na Fonoteca Municipal. Os temas são:

  • Rádios comunitárias, Arte Rádio: que história é esta?
  • A liberdade dos comuns: tecnologia, evolução, percepção
  • Rádio, Web, Podcast: mutações de um meio de transmissão
Paralelamente, na Cinemateca irá decorrer um ciclo de cinema dedicado à rádio:
Dia 10
19.30 “Orphée, Jean Cocteau”
21:30 “Radio Days, Woody Allen”
Dia 11
19:00 “Vanishing Point de Richard C. Sarafian”
19:30 “A menina da Radio, Arthur Duarte”,
22.00 “Talk Radio, Oliver Stone”
Dia 12
19:00 “Good Morning, Vietnam, Barry Levinson”
19:30 “ResonanceFM, Mark + i speak the way i want to, Frank Hagen”

E na Galeria Zé dos Bois, o encontro celebra-se com duas noites de concertos:
Dia 13
Carlos Zíngaro/Vítor Joaquim (PT) / Tonic Train vs.Xentos (UK) / Sanyi (HU)
Dia 14
Pita (AU) / André Gonçalves (PT) / everykidonspeed (MC)




Ipod para os mais pequenos A Fisher-Price está a …

6 04 2006

Ipod para os mais pequenos

A Fisher-Price está a desenvolver um leitor de música digital para os mais novos com música e outro tipo de conteúdos conteúdos baseados na oralidade. A subsidiária da Mattel está a trabalhar num leitor de MP3 e respectivo serviço de downloads semelhante ao iPod e iTunes, que terá seis músicas e duas histórias prégravadas. Fonte: Digital Music News