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19 09 2005NetFM
Por razões de ordem pessoal, o NetFM não será actualizado até 15 de Outubro.
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Por razões de ordem pessoal, o NetFM não será actualizado até 15 de Outubro.
Os Marcianos atacam de novo!
O episódio de «A Guerra dos Mundos», adaptação do clássico livro de H. G. Wells, desenvolvido por Orson Welles em 1938, marcou para sempre a rádio. A sua adaptação ainda hoje é fonte de inspiração para novas adaptações, objecto de estudo e discussão.
Esta questão, a par com o tema do fantástico, vão estar em debate numa conferência que integra um amplo conjunto de actividades dedicadas ao tema, organizadas pela Épica (Associação Portuguesa do Fantástico nas Artes).
Conferência: “A Guerra dos Mundos - Há 107 anos em conflito com Marte”
Palestras: João Barreiros (escritor), João Miguel Lameiras (crítico de BD), Jorge Alexandre Lopes (rádio Antena 3) e José Saraiva (cientista).
Debate: João Seixas (crítico literário) e Jorge Martins Rosa (professor de Ciências da Comunicação).
Moderação: Rogério Ribeiro (Presidente da Épica).
Local:
Auditório da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, Lisboa
Data:
24 de Setembro, a partir das 14:30
Entrada livre.
Um desabafo pouco radiofónico
Rádio ultra personalizável
Rádio mais feminina
Notícias de lá…
O mundo digital apresenta novos desafios para a rádio. Muito se tem falado da digitalização do sinal FM, das rádios por satélite ou através da Internet mas, outro aspecto que também pode ser explorado é a digitalização do AM e da Onda Curta, recuperando e revitalizando dois sinais relegados para segundo plano. Em Espanha, a cadeia de rádios la Cope tem estado a realizar testes de emissão digital em onda média, com DRM.
Os testes de emissão simulcasting com a Digital Radio Mondial (DRM) em Onda Media foram realizados em Zamora e tiveram a participação da Universidade Politécnica de Vigo. Este teste usou uma frequência de rádio já ocupada e procurou emitir um sinal de qualidade digital que não interferisse com o sinal original, no mesmo âmbito de cobertura.
O resultado não correspondeu às expectativas iniciais e será necessário usar outros parâmetros de emissão e uma planificação mais ajustada para não produzir qualquer interferência. Este teste, tal como outros que já têm sido feitos, comprova o AM como um segmento de negócio interessante para as empresas de rádio que, com o sinal digital, recupera a qualidade do seu sinal, factor que de alguma forma, afastou os ouvintes.
Contudo, e porque o simulcasting ainda interfere com o sinal FM e diminui a qualidade da emissão digital, muitos operadores estão a manter o seu sinal analógico AM e a usar a onda curta para emissões digitais.
Rentrée radiofónica
No regresso das férias e numa pequena reflexão sobre o verão radiofónico da Antena 1, descrevi, aqui no blog, a minha visão sobre o estado actual da Antena 1 tendo acabado por falar sobre a TSF, numa brevissíma comparação da programação actual das duas estações. Não se tratou de uma visão de fundo que analisasse todas as questões inerentes à programação e organização das estações, apenas uma impressão empírica resultante da escuta das duas, ao longo do final de Julho e durante o mês de Agosto.
Na sequência desse post e durante a habitual visita aos blogs «vizinhos», aproveitei a leitura de alguns comentários ao post “Um apelo aos animadores da TSF“ de JPMenezes no seu Blogouve-se, para reforçar a minha opinião de que a TSF está diferente.
Contudo, e porque os comentários neste Blog só são visíveis clicando na respectiva hiperligação no fim do post, não quero deixar de expressar a posição de JPMenezes e clarificar esta questão.
Dado o facto da ideia inicialmente lançada ter degenerado numa discussão sobre a playlist da TSF com especulações sobre o que está, ou não, diferente na estação, transcrevo para aqui, o último comentário de JPMenezes sobre esta questão, expressando assim, sua opinião: “Quem anda à chuva molha-se, diz o povo com a sua proverbial esperteza. E eu podia ter previsto que ao meter a mão no vespeiro ía sair picado…
Ponto de situação:
Fiz um texto sobre a forma como alguns animadores, neste caso da TSF (podia ser da A1 ou da RR) maltratam a música que passam. Qualquer que ela seja. Com ou sem playlist (para que conste, sou a favor da existência de uma playlist numa rádio de continuidade informativa como a TSF. Esta? Eu faria outra…).
Rapidamente este texto passou para a cena da play list e, pior, para a própria TSF (para as suas notícias, capacidade de reacção, qualidade jornalística, etc.).
Obviamente que isto pode acontecer, a partir do momento em que os comentários estão abertos à participação (e eles aqui estão para o demonstrar). Mas fica registado o meu ponto de vista: acho muito especulativo concluir, a partir do facto de haver animadores na TSF que cortam a música ao fim de 60 segundos, que a rádio não é a mesma.
Siga!”
O melhor blog do mundo!
Sentei-me esta manhã para trabalhar e, como faço habitualmente, liguei o MP3 para ouvir rádio. Não só começa a ser cada vez mais difícil escolher uma rádio para ouvir noícias durante a manhã, como o espectro radiofónico me parece demasiado pequeno e, num ápice, percorri todas as memórias e estações que o MP3 consegue captar. Mesmo ligando o velho transístor com botão rotativo, para explorar as sintonias em FM, rapidamente estão todas percorridas e… desgastadas…
Questões de gosto à parte, este aspecto levou-me a pensar na forma como os novos dispositivos tecnológicos têm vindo a mudar o comportamento dos ouvintes.