NetFM Por razões de ordem pessoal, o NetFM não se…

19 09 2005

NetFM
Por razões de ordem pessoal, o NetFM não será actualizado até 15 de Outubro.




Os Marcianos atacam de novo! O episódio de «A Guer…

13 09 2005

Os Marcianos atacam de novo!
O episódio de «A Guerra dos Mundos», adaptação do clássico livro de H. G. Wells, desenvolvido por Orson Welles em 1938, marcou para sempre a rádio. A sua adaptação ainda hoje é fonte de inspiração para novas adaptações, objecto de estudo e discussão.
Esta questão, a par com o tema do fantástico, vão estar em debate numa conferência que integra um amplo conjunto de actividades dedicadas ao tema, organizadas pela Épica (Associação Portuguesa do Fantástico nas Artes).

Conferência: “A Guerra dos Mundos - Há 107 anos em conflito com Marte”
Palestras: João Barreiros
(escritor), João Miguel Lameiras (crítico de BD), Jorge Alexandre Lopes (rádio Antena 3) e José Saraiva (cientista).
Debate: João Seixas (crítico literário) e Jorge Martins Rosa (professor de Ciências da Comunicação).
Moderação: Rogério Ribeiro (Presidente da Épica).

Local:
Auditório da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, Lisboa

Data:
24 de Setembro,
a partir das 14:30

Entrada livre.

http://www.epicapt.com/?p=162



Um desabafo pouco radiofónico Pegando em muitas d…

9 09 2005

Um desabafo pouco radiofónico

Pegando em muitas das frases e comentários que circulam neste, e outros blogs, custa-me que o jornalismo seja cada vez mais, desenvolvido pela lei do mais fácil, usando a informação que chega ao e-mail através das inúmeras e-newsletters que se podem subscrever, traduzindo textos, «transcrevendo» conteúdos, usando e abusando de temas importados. Reproduzir o que «está a dar» lá fora até fica bem… Mas só para aqueles que não percebem nada do assunto…
Será que nos jornais de expansão nacional não se pensa que também os leitores subscrevem essas newsletters e consultam esses mesmos websites? Fica a questão para quem quiser comentar…



Rádio ultra personalizável Nos E.U.A surgiu um pr…

9 09 2005

Rádio ultra personalizável

Nos E.U.A surgiu um projecto que garante a máxima personalização musical para os seus utilizadores. O Pandora garante um serviço personalizado de rádio a partir do DNA de cada música. Para isso, usa um programa que pesquisa os gostos musicais de cada indivíduo ao mesmo tempo que, como anuncia, o DNA musical, descobrindo as características de cada música para estabelecer a melhor relação possível. [Ler]



Rádio mais feminina Take Five é o nome do canal q…

9 09 2005

Rádio mais feminina

Take Five é o nome do canal que o Satélite XM prepara para juntar aos seus canais de rádio.
É um projecto de rádio dirigido ao público feminino, baseado essencialmente no formato talk radio que irá para o ar a partir de Outubro. A programação vai incluir os sons de alguns programas de televisão dirigidos a este público, e programas produzidos específicamente para este canal. O “The Ellen DeGeneres Show” e o “Tyra Banks Show” são dois dos programas já incluídos na grelha, para nomear apenas os programas de algumas figuras conhecidas fora dos E.U.A.



Notícias de lá… O mundo digital apresenta novos …

8 09 2005

Notícias de lá…

O mundo digital apresenta novos desafios para a rádio. Muito se tem falado da digitalização do sinal FM, das rádios por satélite ou através da Internet mas, outro aspecto que também pode ser explorado é a digitalização do AM e da Onda Curta, recuperando e revitalizando dois sinais relegados para segundo plano. Em Espanha, a cadeia de rádios la Cope tem estado a realizar testes de emissão digital em onda média, com DRM.

Os testes de emissão simulcasting com a Digital Radio Mondial (DRM) em Onda Media foram realizados em Zamora e tiveram a participação da Universidade Politécnica de Vigo. Este teste usou uma frequência de rádio já ocupada e procurou emitir um sinal de qualidade digital que não interferisse com o sinal original, no mesmo âmbito de cobertura.

O resultado não correspondeu às expectativas iniciais e será necessário usar outros parâmetros de emissão e uma planificação mais ajustada para não produzir qualquer interferência. Este teste, tal como outros que já têm sido feitos, comprova o AM como um segmento de negócio interessante para as empresas de rádio que, com o sinal digital, recupera a qualidade do seu sinal, factor que de alguma forma, afastou os ouvintes.

Contudo, e porque o simulcasting ainda interfere com o sinal FM e diminui a qualidade da emissão digital, muitos operadores estão a manter o seu sinal analógico AM e a usar a onda curta para emissões digitais.




Rentrée radiofónica Em França, o fim do Verão é t…

5 09 2005

Rentrée radiofónica

Em França, o fim do Verão é tempo de (re)conquista de audiências.
A notícia é do Le Monde e indica que a Radio France lançou uma campanha publicitária para comunicar a renovação da sua imagem e posicionamento, procurando conquistar novos ouvintes. A grelha de programas também sofreu alterações, para refrescar a sua programação. [ler]



Ainda a TSF e o (malfadado) Verão No regresso d…

3 09 2005
Ainda a TSF e o (malfadado) Verão

No regresso das férias e numa pequena reflexão sobre o verão radiofónico da Antena 1, descrevi, aqui no blog, a minha visão sobre o estado actual da Antena 1 tendo acabado por falar sobre a TSF, numa brevissíma comparação da programação actual das duas estações. Não se tratou de uma visão de fundo que analisasse todas as questões inerentes à programação e organização das estações, apenas uma impressão empírica resultante da escuta das duas, ao longo do final de Julho e durante o mês de Agosto.
Na sequência desse post e durante a habitual visita aos blogs «vizinhos», aproveitei a leitura de alguns comentários ao post “Um apelo aos animadores da TSF de JPMenezes no seu Blogouve-se, para reforçar a minha opinião de que a TSF está diferente.
Contudo, e porque os comentários neste Blog só são visíveis clicando na respectiva hiperligação no fim do post, não quero deixar de expressar a posição de JPMenezes e clarificar esta questão.
Dado o facto da ideia inicialmente lançada ter degenerado numa discussão sobre a playlist da TSF com especulações sobre o que está, ou não, diferente na estação, transcrevo para aqui, o último comentário de JPMenezes sobre esta questão, expressando assim, sua opinião: “Quem anda à chuva molha-se, diz o povo com a sua proverbial esperteza. E eu podia ter previsto que ao meter a mão no vespeiro ía sair picado…
Ponto de situação:
Fiz um texto sobre a forma como alguns animadores, neste caso da TSF (podia ser da A1 ou da RR) maltratam a música que passam. Qualquer que ela seja. Com ou sem playlist (para que conste, sou a favor da existência de uma playlist numa rádio de continuidade informativa como a TSF. Esta? Eu faria outra…).
Rapidamente este texto passou para a cena da play list e, pior, para a própria TSF (para as suas notícias, capacidade de reacção, qualidade jornalística, etc.).
Obviamente que isto pode acontecer, a partir do momento em que os comentários estão abertos à participação (e eles aqui estão para o demonstrar). Mas fica registado o meu ponto de vista: acho muito especulativo concluir, a partir do facto de haver animadores na TSF que cortam a música ao fim de 60 segundos, que a rádio não é a mesma.
Siga!”




O melhor blog do mundo! Começou a corrida para a …

2 09 2005

O melhor blog do mundo!

Começou a corrida para a selecção do melhor blog do mundo, organizada pela revista Deutche Welle. O The BOBs – The Best Of the Blogs aceita páginas escritas em português, alemão, inglês, francês, espanhol, russo, chinês, persa e árabe. Inclui 13 categorias: weblog, blog multimedia, podcast, Repórteres sem Fronteiras e weblog jornalístico. Esta última subdivide-se em nove pontos, para distinguir todas as línguas que podem concorrer.
A escolha dos vencedores de cada categoria decorre entre 24 de Outubro e 20 de Novembro, e o anúncio dos melhores será feito no dia 21 de Novembro.



Memórias do tempo em que era mais difícil mudar de…

2 09 2005
Memórias do tempo em que era mais difícil mudar de estação de rádio, ou tempo da sintonia manual…

Sentei-me esta manhã para trabalhar e, como faço habitualmente, liguei o MP3 para ouvir rádio. Não só começa a ser cada vez mais difícil escolher uma rádio para ouvir noícias durante a manhã, como o espectro radiofónico me parece demasiado pequeno e, num ápice, percorri todas as memórias e estações que o MP3 consegue captar. Mesmo ligando o velho transístor com botão rotativo, para explorar as sintonias em FM, rapidamente estão todas percorridas e… desgastadas…
Questões de gosto à parte, este aspecto levou-me a pensar na forma como os novos dispositivos tecnológicos têm vindo a mudar o comportamento dos ouvintes.

Antes do RDS e da busca de sintonia digital, ouvir rádio dava um certo trabalho, não só para encontrar a estação pretendida na amálgama de frequências, como também, pela difícil correspondência entre a frequência e a numeração no painel do aparelho de rádio. O que, se por um lado dificultava o processo, por outro, aumentava a satisfação de encontrar a estação pretendida. Fidelizava igualmente alguns ouvintes, fosse por comodismo ou pelo receio de abandonar a sintonia e depois não conseguir voltar (o que como todos sabemos, também acontecia…). O que é facto é que, independentemente do processo que nos dias de hoje se vem generalizando, de reconhecimento de uma estação pela música que toca, as pessoas encontravam a «sua» estação e deixavam-na sintonizada durante muito tempo.
Hoje, as rádios definem-se mais pela sua música do que pelas vozes ou pelos conteúdos que acompanham a playlist. Diz-se que o principal objectivo da playlist é homogeneizar a estação ao longo do dia e facilitar o reconhecimento do ouvinte no primeiro minuto. Se, por um lado esta é uma decisão inteligente, por outro é igualmente perigosa, porque obriga a uma constante repetição de temas e artistas, para que os ouvintes consigam associar no primeiro minuto, um determinado estilo de programação musical ao nome da estação. E se, a repetição leva à memorização, pode também ser cansativa para os que, diariamente, escutam a estação. Por outro lado, as pessoas gostam mais do que já conhecem, do que lhes é familiar, talvez por isso, demorem algum tempo até se cansarem… Ainda assim, quer tudo isto dizer que, independentemente das estratégias utilizadas para fixar ouvintes a uma determinada estação, é-lhes tecnologicamente mais fácil, vaguear pelo FM. Esta música é feia, click. Não gosto de publicidade, click. Outra vez esta música, click e… e…. e… ao toque de um botão facilmente o ouvinte muda de estação!
Como combater esta questão?
A rádio vive o eterno dilema dos media: dar ao público o que ele quer, ou criar no público a vontade de querer alguma coisa? É mais fácil enveredar pela primeira hipótese. Estudam-se as audiências ao pormenor, avaliam-se gostos e fazem-se opções. Contudo, a longo prazo, tal obriga a estação a uma vassalagem em relação à instabilidade e volatilidade das audiências, a par com a constante mudança de conteúdos, não num sentido evolutivo, mas num sentido de acompanhamento do que as pessoas querem, de facto, ouvir, mesmo que isso não siga uma curva ascendente em termos de gosto ou preocupações estéticas e culturais.
Desenvolver uma estratégia continuada que acompanhe o gosto dos ouvinte e, ao mesmo tempo lhes desenvolva o desejo para consumir coisas novas dá muito mais trabalho, obriga a usar os mesmos estudos e conseguir avaliar, a partir dos dados obtidos, algo mais que os números não revelam. Obriga a um esforço de produção e pesquisa interna, à reciclagem e formação dos animadores que, para além de simples animação, se deviam dedicar um pouco mais à formação…. Deles, e dos seus ouvintes, sob pena dos «seus» ouvinte algum dia se tornarem nos ouvintes «dos outros».