Serviço Público e cobertura noticiosa Numa altura…
30 12 2004Serviço Público e cobertura noticiosa
Numa altura em que, por razões óbvias, a manchete nos media é a tragédia ocorrida no sudeste asiático, convém passar os olhos pela página de entrada da Antena 1. Não só este é o canal com maior audiência do grupo, como se assume como um canal destinado à generalidade dos ouvintes, tendo como uma das principais componentes a informação noticiosa da actualidade nacional e internacional. Sendo assim, porque não corresponde a página web ao que é feito em antena? A TSF e a Rádio Renascença, a primeira, vocacionada para a informação e a segunda, com uma grande componente informativa, reflectem na sua página de entrada o mesmo que o canal 5 da BBC (BBC News): o destaque, com notícias em permanente actualização, som e imagens do desastre natural que afectou alguns países da Ásia no passado domingo. Mesmo argumentando que não será esse o objectivo da página web da Antena 1, fica a dúvida: então qual é? O que encontramos na página que, na actualidade, deixou de ter endereço próprio passando a estar subordinada ao domínio rtp/rádio, é o destaque para a programação do canal. Ora se na consulta ao perfil do canal a informação noticiosa surge como primeira das componentes desta estação, não deveria a página ter algum reflexo do que é feito na redacção? Não deveria inclusivamente, dado o seu papel de operador público, produzir conteúdos próprios para este suporte, como o fazem a BBC e as suas parceiras privadas em Portugal? O caso da BBC é, sem dúvida, o mais completo, ultrapassando o que a maior parte dos media fazem em Portugal, apresentando não só um conjunto de notícias actualizadas; notícias em arquivo e imagens; bem como relatos de sobreviventes, acompanhados de fotografias e vídeo; uma análise com animação gráfica de fenómenos sísmicos e um conjunto de reportagens da BBC em vídeo. Parece-me estranho que as páginas das estações privadas portuguesas apresentem melhores recursos informativos que as páginas dos canais rádio da Rádio e Televisão de Portugal. Sobre o ocorrido, apenas uma notícia na página de entrada da RTP que cita a LUSA.
Numa altura em que, por razões óbvias, a manchete nos media é a tragédia ocorrida no sudeste asiático, convém passar os olhos pela página de entrada da Antena 1. Não só este é o canal com maior audiência do grupo, como se assume como um canal destinado à generalidade dos ouvintes, tendo como uma das principais componentes a informação noticiosa da actualidade nacional e internacional. Sendo assim, porque não corresponde a página web ao que é feito em antena? A TSF e a Rádio Renascença, a primeira, vocacionada para a informação e a segunda, com uma grande componente informativa, reflectem na sua página de entrada o mesmo que o canal 5 da BBC (BBC News): o destaque, com notícias em permanente actualização, som e imagens do desastre natural que afectou alguns países da Ásia no passado domingo. Mesmo argumentando que não será esse o objectivo da página web da Antena 1, fica a dúvida: então qual é? O que encontramos na página que, na actualidade, deixou de ter endereço próprio passando a estar subordinada ao domínio rtp/rádio, é o destaque para a programação do canal. Ora se na consulta ao perfil do canal a informação noticiosa surge como primeira das componentes desta estação, não deveria a página ter algum reflexo do que é feito na redacção? Não deveria inclusivamente, dado o seu papel de operador público, produzir conteúdos próprios para este suporte, como o fazem a BBC e as suas parceiras privadas em Portugal? O caso da BBC é, sem dúvida, o mais completo, ultrapassando o que a maior parte dos media fazem em Portugal, apresentando não só um conjunto de notícias actualizadas; notícias em arquivo e imagens; bem como relatos de sobreviventes, acompanhados de fotografias e vídeo; uma análise com animação gráfica de fenómenos sísmicos e um conjunto de reportagens da BBC em vídeo. Parece-me estranho que as páginas das estações privadas portuguesas apresentem melhores recursos informativos que as páginas dos canais rádio da Rádio e Televisão de Portugal. Sobre o ocorrido, apenas uma notícia na página de entrada da RTP que cita a LUSA.